sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Ríver: a zaga tricolor para 2016 talvez precise de mudança

Depois de  tentar ficar com o treinador Flávio Araújo e também tentar trazer o treinador Marcelo Chamusca, o  Ríver fechou acordo com o bom treinador Zé Teodoro, que foi apresentado ao público piauiense na última terça-feira.

Na entrevista concedida, o novo treinador disse que em sua carreira já teve que montar times começando do zero. Citou o Ceará como exemplo. E que no Ríver seria um pouco diferente em razão de o clube ter conseguido ficar com a base que se tornou vice campeã brasileira da série D.

Perguntado se já conhecia alguns  jogadores, informou que tem a base na cabeça para começar os trabalhos em janeiro de 2016 e que todas as competições que antecedem a série C serão laboratórios para avaliar todos os jogadores e que poderão vir mais contratações se assim for preciso.

Na mesma coletiva foi anunciado o nome de mais dois jogadores que vestirão camisa a tricolor em 2016. O volante Gilson Tussi, que  jogou no Santos do Amapá e o lateral Marquinhos, ex Cascavel do Paraná.

Dos jogadores remanescentes para 2016, temos a opinião de que o treinador Zé Teodoro não irá deixar que a dupla de zagueiros que terminou a série D seja a dupla titular para a série C.

Nos jogos fora de casa, a partir do mata-mata, que começou  contra o time do Estanciano/SE, ficou bastante claro que os jogadores que fazem a defensiva do clube piauiense não têm a devida qualificação para serem titulares de uma série C.

Foi sufoco também contra a Lajeadense (em Lajeado), que perdeu quatro gols claros; contra o Ypiranga em Erechim a mesma coisa de forma que o clube do PI quase não consegue passar para a final, tendo a partida que ir para as cobranças de pênaltis. E nas cobranças foi o vencedor. 

Portanto foram 8 gols tomados no mata-mata (8 jogos) e todos fora de casa. Superior inclusive a toda a primeira fase em que o time só havia tomado 6 (em 10 jogos). Ou seja, aumentou o nível, aumentou a pressão, tomou mais gols.

Nas partidas em que o Ríver jogou em Teresina, os zagueiros não comprometeram até porque era o tricolor que precisava do resultado tendo que ir para cima dos adversários. Então é bem possível que o treinador Zé Teodoro faça a leitura de que será preciso reforçar este setor do time pois o nível da série C será no mínimo o nível dos jogos  contra a Lajeadense, Ypiranga/RS e Botafogo/SP. 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Cuide-se, Ríver! Já começou a Copa do Nordeste e a série C

Isso mesmo. A copa do Nordeste só começa em 14 de fevereiro e a série C em maio. Mas para o Fortaleza, as duas competições já começaram. E o primeiro confronto também. E parece que o Fortaleza quer levar vantagem sobre o primeiro adversário que é o Ríver.

Ontem o treinador Flávio Araújo foi apresentado como o primeiro reforço do Fortaleza. Ao que parece, a ida do ex treinador do Ríver para o futebol cearense não foi só a questão financeira.

Na sua primeira entrevista, o treinador do Fortaleza deixou claro que pretende contar com 5 jogadores do Ríver, o atual vice campeão da série D, sob o comando deste mesmo técnico.

Com essas indicações fica bem claro que o primeiro confronto entre Ríver e Fortaleza, principalmente, por uma das vagas da série B já começou e o clube cearense saiu na frente. 

Talvez o pessoal do Ríver tenha dormido no ponto. Aqueles jogadores que o clube tem interesse para 2016 já deveriam sair com uma espécie de um pré-contrato capaz de segurar pelo menos a espinha dorsal e proteger-se contra possíveis assédios como este do Fortaleza.

Por tudo isso, fica claro que o ex treinador do Ríver já esqueceu completamente que foi vice da série D. Já virou a página e foi bem rápido demonstrando até uma certa falta de respeito principalmente com o torcedor riverino que engoliu em muitos jogos, de forma silenciosa, as burrices que todo treinador comete. E Flávio cometeu bastante, mas contou com certa sorte no final.

Para finalizar, não assusta o nível de jogadores que o Flávio irá indicar para o Fortaleza. Sendo bem honesto, muitos jogadores do Ríver, apesar do vice campeonato, eram bem questionáveis. Principalmente muitos daqueles que o treinador indicou e não renderam nada. Mas coletivamente o Ríver tinha certa força.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A falta de qualificação dos repórteres ou cronistas esportivos

Sampaio Correia no Maranhão. Ríver no Piauí. Estes são os dois únicos clubes que têm melhores estruturas para representar seus respectivos estados. E só. Implica dizer que o futebol no PI e MA continua a mesma precariedade. Não evoluiu. Quem evoluiu foram os dois clubes.

A evolução do futebol passa pelo bom trabalho da crônica ou repórteres esportivos. Ocorre que, especialmente no PI, o trabalho desse pessoal deixa muito a desejar, principalmente quando os trabalhadores para esta função são de órgãos públicos escolhidos por critérios políticos.

Ouvindo nesta manhã, uma emissora de rádio de Teresina com o perfil citado acima, um repórter, talvez até começando a vida no rádio, disse que o centro de treinamento do Ríver só perde para os clubes da Bahia e Pernambuco. E que não tinha no Norte e Nordeste outro clube com melhor estrutura. Segundo ele, nem mesmo o Sampaio teria melhor estrutura de que o Ríver. Triste trabalhador. Talvez até pretendendo participar da festa.

A informação grosseira passada aos ouvintes da rádio pública é tamanha que beira à ignorância. Como já dissemos, são trabalhadores do rádio com indicações políticas, que não estudam, são desatualizados e não respeitam o torcedor de pé de rádio, torcedor este sem o poder de ter uma internet para pesquisar a veracidades das grosserias divulgadas no rádio. É lamentável. Está aí um ponto negativo do futebol do Piauí: a falta de qualidade de parte do pessoal que trabalha informando o futebol.

Veja. Até o Santos do Amapá tem um centro de treinamento superior ao do Ríver. Não tem uma torcida do mesmo tamanho. Mas o CT é de melhor qualidade. O Ríver não tem gerente de futebol, eles tem. Então não precisa esticar mais para mostrar o quanto aqueles trabalhadores do rádio ou estagiários precisam estudar mais.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A FUNDESPI cuida do desporto no Piauí?

A FUNDESPI é uma Fundação que cuida do desporto no Piauí. Dentre as várias atribuições, uma é cuidar do estádio Albertão em Teresina. Ocorre que esta atribuição não é levada muito a sério. Veja: falta o complemento das cadeiras já instaladas. A troca por completo da grama. A suspensão do bando de reservas ao nível do campo. Um placar eletrônico, câmeras de segurança e outros reparos elétricos e hidráulicos.

Nas vésperas da decisão da partida entre Ríver e Botagogo de SP, não se sabia se parte do estádio estaria liberado para esse confronto. Graças à falta de planejamento deste órgão. 

Só para se ter uma ideia do descaso, foi necessário correr contra o tempo para confeccionar rampas ligando a geral ao campo de jogo. Vários banheiros químicos foram alugados.  Nem placar o estádio possui. Foi preciso ser alugado um placar absolutamente precário e sem as condições de ser um placar digino de um estádio com capacidade para 53 mil pessoas. Placar eletrônico pequeno. Quem estava do outro lado do campo mal dava para enxergar o que estava escrito. E por duas ou três vezes o placar saiu fora do ar.

E a informação que foi divulgado é que se estaria licitando um outro placar. Pelo que se viu podemos ter no Albertão  um outro placar eletrônico  desproporcional ao tamanho do estádio porque quem fez o aluguel deve ter passado para o setor de compras as características técnicas do placar a ser comprado.  

E por que tanto descaso? Ora, todo mundo já sabia que seriam jogados campeonato piauiense, Copa do Brasil, Copa do Nordeste e campeonato brasileiro. Que o estádio seria bastante utilizado. É bem verdade que em 2014 não houve tantos jogos mas já se sabia que em 2015 seria diferente até por conta da Copa do NE. Que mentalidade é esta? Até quando? Falta de pessoal qualificado? Ou de competência?

domingo, 15 de novembro de 2015

Ríver: um título de vice invicto dentro do Albertão. Talvez indicando que o título nacional possa vir um dia.

Foi assim com o Botafogo de Ribeirão Preto, que foi vice campeão na série C de 1996 e série B de 1998 do campeonato Brasileiro; e poderá ser assim com o Ríver do Piauí, que ontem não conseguiu penetrar na defesa botafoguense e fazer o único gol que precisava.

Aliás, foi uma partida de ataque contra defesa. O Ríver pressionando o tempo todo e os paulistas apenas se defendendo. Mas o que vale é a competência. E o Botafogo foi competente naquilo que foi proposto pelo treinador Marcelo Veiga, talvez um dos maiores especialistas do futebol brasileiro em armar retrancas.

Se foi assim com o Botafogo, poderá ser assim com o Ríver. Talvez um dia o clube do PI possa gritar que é campeão. E o trabalho tem que ser duradouro e profissional. Para isto é necessário passar credibilidade, mostrar o que se arrecadou, o que se vendeu, prestar contas com o torcedor. Desta forma a diretoria terá o respeito e apoio. Tendo o apoio, quem sabe um dia não possa sair o grito de campeão! Mas a principal meta foi alcançada, que é jogar a série C em 2016, agora bem mais valorizada.

Para completar, o título do Ríver de vice campeão da série D 2015 ocorreu de forma invicta jogando nos seus domínios. Não perdeu sequer uma partida dentro do Albertão em Teresina, ao contrário do Botafogo de Ribeirão,  derrotado para o CRAC/GO dentro do estádio Santa Cruz na segunda rodada da fase classificatória; e foi a pior campanha dentre aquelas equipes classificadas para as oitavas de final. Mas o que vai ficar escrito é o desfecho final, que é o título.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Federação de futebol do Piauí demonstra fraqueza política

Na semana passada, Ríver e Botafogo de Ribeirão começaram a decidir o título de campeão da série D. Os 90 minutos finais acontecerão no dia 14/11 no estádio Albertão em Teresina.

Na partida de ida em Ribeirão Preto, interior de SP, conforme informou o presidente do Ríver, o presidente do Botafogo se negou a ceder o campo de jogo do estádio Santa Cruz para que o clube piauiense fizesse o reconhecimento do gramado. O presidente do Ríver disse que iria ter troco.

Ontem à tarde, para a surpresa de todos, o presidente da federação de futebol do PI, em entrevista à rádio Pioneira de Teresina, disse que autorizou o clube paulista a fazer o reconhecimento do campo do Albertão. Acrescentou que comunicou a sua intenção ao presidente do Ríver.

Essa atitude do presidente da federação do PI demonstra fraqueza política perante a CBF. Por quê? Porque o atual presidente da CBF, Marco Polo, foi vice presidente da federação paulista na gestão do presidente José Eduardo Farah. E as suspeitas são de que houve um "pedido" do Marco Polo  à FFP para que esta liberasse o campo de jogo.

Não sabemos se  realmente houve esse contando, mas é muito estranho em plena véspera de uma decisão o presidente  da FFP tomar uma atitude como esta. Se a liberação do campo não fosse tão importante, os visitantes não solicitariam. E a questão é também pela falta de respeito. 

A FFP está assinando um atestado de fraqueza política. E na verdade é bem provável que a FFP não tenha força mesmo. Nas brigas das vagas para incluir os clubes do PI na Copa do NE, a maioria das federações do Nordeste não queria a inclusão dos clubes do MA e principalmente do PI temendo uma decadência técnica da competição.

Foi preciso um grupo de torcedores do PI requerer as vagas via justiça acionando o Ministério Público Federal, que encaminhou o processo para a Justiça do Rio de Janeiro. Sabendo desta ação, a Liga do NE foi obrigada a abrir as vagas para  os dois estados. Tanto é verdade que o presidente do Ceará Sporting à época, Evandro Leitão, informou  à imprensa pernambucana sobre o risco de se paralisar a competição por conta da  justiça.

Na verdade as coisas no PI são feitas desta forma perante o poder político de maior calibre. Na base do Sim Senhor. Assim fica difícil alavancar qualquer tentativa de independência.

domingo, 8 de novembro de 2015

Ríver perde a primeira partida da decisão da série D

Ontem à noite o Ríver foi batido pelo Botafogo de Ribeirão Preto. Placar de 3 a 2 para os paulistas. Na partida de volta em Teresina basta uma vitória simples por um gol para que o clube piauiense possa sagrar-se campeão da série D.

Um detalhe é evidente. Desde o começo do mata-mata, jogando fora de seus domínios o Ríver tem sofrido uma média de dois gols, o que é preocupante se não houver mudança no setor defensivo para a série C do próximo ano.

As derrotas foram de 2 a 1 para o Estanciano em Sergipe. Empate de 1 a 1 em Lajeado contra o Lajeadense/RS. Derrota de 2 a 0 para o Ypiranga em Erechim/RS e agora essa nova derrota de 3 a 2 diante do Botafogo de Ribeirão. Uma média de 2 gols. Nas séries C e B quem pontua também fora de casa tem grandes chances de subir. Mas com esse sistema defensivo é preocupante.

O certo é que talvez seja necessária a volta do titular Paulo Paraíba para compor novamente ao lado de Rafael Araújo a zaga do tricolor do PI. Deixar o zagueiro Índio no banco seria uma boa alternativa, principalmente pelos constantes sustos que o atleta dá na torcida tricolor.

Mesmo assim, pelos percentuais apresentados em post anterior, já era esperada a derrota do time piauiense em razão da inconsistência no seu sistema defensivo, seja com  Índio ou sem ele. Por sistema defensivo considerar os laterais e os volantes.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Decisão da série D: Botafogo/SP é o favorito diante do Ríver/PI

Ríver e Botafogo fazem no próximo sábado a primeira partida que irá decidir quem é o melhor time da série D. O primeiro confronto acontece em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Nas partidas fora de casa, no mata-mata, o Ríver perdeu do Estanciano por 2 a 1, empatou com o Lajeadense em 1 a 1 e perdeu para o Ypiranga por 2 a 0. Aproveitamento de 11,11%

Já o Botafogo, jogando em casa no mata-mata, venceu o CRAC de Catalão/GO por 3 a 0, o São Caetano por 2 a 1 e venceu também o Remo por 1 a 0, aproveitamento de 100%.

Pelos números mostrados não se tem dúvidas de que o Botafogo de Ribeirão é o favorito para esta primeira partida, ainda mais que terá o apoio do seu torcedor. 

Mas futebol é dentro de campo. O certo é esperar para ver o que vai acontecer. Observar se os volantes do Ríver não voltam a falhar como tem falhado.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Série D: Ríver precisa melhorar a proteção defensiva e compactar mais o time.

No próximo dia 07, o Ríver faz a primeira partida com o Botafogo de Ribeirão Preto visando a decisão da série D. No sábado seguinte a decisão final será no estádio Albertão em Teresina.

Para estes dois confrontos, o time piauiense precisa melhorar a sua proteção ao setor defensivo. Atualmente quem vem se destacando nesta função são os volantes Amarildo e Rogério. Tiago Dias os substituem quando um dos dois não podem atuar.

Ocorre que nas partidas fora do Abertão contra o Lajeadense e o Ypiranga os volantes não vêm conseguindo combater com eficiência as investidas dos adversários. No vídeo e imagens postados abaixo é possível verificar os volantes Amarildo e  Rogério tentando desarmar o adversário, sem sucesso. Estes lances geraram os gols dos times gaúchos.

Imagem contra o Ypiranga/RS em que o atacante João Paulo leva vantagem sobre os volantes do Ríver e dá o passe para o gol.

O vídeo postado abaixo mostra o mesmo lance acima além da falha do volante Rogério quando tenta dar  o bote sem sucesso no meia do Lajeadense que  arma a jogada para o gol.




A imagem abaixo mostra a posição dos dois volantes no lance anterior ao pênalti que originou o primeiro gol do Ypiranga em Erechim.


É bom ressaltar que os dois volante fizeram um bom campeonato brasileiro da série D, mas para a série C talvez seja necessário fazer a contratação de volantes com maior porte físico, que saibam defender, posicionar-se e sair para o jogo. 

As partidas contra o Lajeadense e Ypiranga  mostraram esta deficiência do time tricolor do Piauí.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Decisão da série D: números e curiosidades de Botafogo e River-PI

Luís Augusto
laugusto@botafogosp.com.br
Depois de 142 jogos e com quase quatro meses do início da Série D do Brasileiro, Botafogo e River-PI chegaram ao tão sonhado posto de finalistas da competição. Dois times acostumados a levar grande número de torcedores a seus respectivos estádios e que agora vão lutar por um título nacional inédito.
Enquanto o Botafogo ocupa a segunda colocação no ranking de média de público da Série D, com 10.705,7 torcedores pagantes por jogo, o time piauiense vem logo atrás, na terceira posição, com média de 8.043,4 espectadores por partida no Estádio Albertão, em Teresina-PI.
A definição de quem fará o segundo e decisivo jogo da final em casa foi tomada baseada na pontuação total das equipes. O River-PI somou 26 pontos, contra 24 do Botafogo, e, por isso, vai ter o direito de mandar o jogo da volta em Teresina-PI.
A caminhada do Pantera até a decisão da Série D começou com uma grande luta do time para buscar a classificação na primeira fase. Depois de um início instável, o Tricolor se firmou e buscou a vaga com a segunda colocação do Grupo A6, com 13 pontos, três vitórias, quatro empates e uma derrota. Na fase dos mata-matas, o time desbancou o CRAC-GO, com uma vitória (3 a 0) e uma derrota (0 a 1), São Caetano, com vitória (2 a 1) e empate (0 a 0) e, por fim o Remo-PA, com uma vitória (1 a 0) e mais um empate (0 a 0).
Já o River-PI teve uma classificação mais tranquila na primeira fase. Pelo Grupo A2, que contava também com Palmas-TO, Santos-AP, Imperatriz-MA e Guarani-CE, o time fechou como líder, com 16 pontos, tendo quatro vitórias e quatro empates. A partir dos mata-matas, os piauienses tiveram mais trabalho e superaram o Estanciano-SE, com uma derrota (1 a 2) e uma vitória (3 a 0), Lajeadense-RS, com vitória (3 a 0) e empate (1 a 1), além do Ypiranga-RS, com vitória (2 a 0) e uma derrota (0 a 2). A decisão contra os gaúchos foi para os pênaltis e o Ríver-PI levou a melhor com o placar de 5 a 4.
O atacante Nunes é o principal goleador do Pantera tendo anotado até quatro gols. Já o adversário tem como artilheiro o também atacante Fabinho, que tem seis gols nesta Série D.
Os jogos das finais da Série D do Brasileiro acontecem já nos próximos dois finais de semana. A tabela com dias e horários das partidas será divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol, nesta terça-feira (3).
Foto: Rogério Moroti/Agência Botafogo

domingo, 1 de novembro de 2015

Veja os gols de pênaltis que garantiram o Ríver na final da série D

Ypiranga/RS faz dois gols irregulares, mas é eliminado

Apesar de ter eliminado ontem o Ypiranga nos pênaltis (5 a 4), o pessoal da comissão técnica do Ríver saiu bastante chateado com o árbitro do jogo, o carioca Antônio F  de Carvalho.

Foram dois gols bastante questionados. Um pênalti inexistente e um impedimento  não marcado. Veja abaixo. Mesmo assim, o time do Piauí conseguiu vencer os gaúchos e carimbar vaga para a grande final. Aliás, o Ríver passou a ser conhecido como o carrasco dos gaúchos por ter eliminado o Lajeadense na fase anterior. Carne de sol 2, churrasco gaúcho 0.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Série D: Ypiranga/RS e Ríver

Parte da imprensa local continua trabalhando em "benefício" do futebol do PI. 

Divulgaram  que o goleiro Naylson do Ríver gravou um vídeo com as  cobranças de pênaltis do Ypiranga com a  Caldense. A intenção do camisa 1 é estudar os batedores de pênaltis do Ypiranga/RS, adversário do Ríver amanhã.


Quem gostou do que leu foi o pessoal do Ypiranga. Sabendo da reportagem, os cobradores já estão treinando outras alternativas.

Enquanto isso o pessoal do Esporte Interativo continua mandando repórter de campo para Teresina para cobrir os jogos do Ríver na série D, mesmo já tendo um repórter local contratado pela emissora de tv. Será por quê? 

Um detalhe: o mesmo não ocorre nos jogos do Remo, quando o repórter é sempre de Belém como aconteceu no duelo entre Remo e Operário em Ponta Grossa/PR.

Ríver e Ypiranga jogam amanhã à tarde a partir das 16h. Se o time gaúcho fizer dois gols e não tomar nenhum, a partida será decidida nos pênaltis. O vencedor irá para a grande final.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Público da partida entre Ríver e Ypiranga/RS

Na partida entre Ríver e Ypiranga, a renda foi de R$ 304.925,00. Foi fornecida a arrecadação e esta só, isolada não basta. A informação é meio  precária.

Sim porque o correto é fechar a contabilidade, dizer quantos ingressos foram vendidos na arquibancada placar, quantos nas cabines de rádio e quantos ingressos nas cadeiras. E dizer também o número de estudantes. A multiplicação desses números pelos ingressos dará o montante da renda.

E o maior interessado nesta demonstração e transparência é a previdência social, o governo federal, porque este abocanha um percentual de 5% sobre transmissão de tv, placas de publicidade e também sobre a arrecadação.

Na partida entre Botagofo/SP e Remo, o número de torcedores foi pouco mais de 5.000 e a renda, quase R$ 90.000,00. Durante a partida foram divulgados esses números.

No Albertão a contabilização da receita é feita passando um scanner sobre o bilhete o que facilita a contagem. E por que não houve a divulgação? O torcedor que saber.

domingo, 25 de outubro de 2015

Ríver vence Ypiranga do RS

Com um gol em cada tempo, o Ríver, clube do Piauí, venceu o Ypiranga do Rio Grande do Sul por 2 a 0 no estádio Albertão em Teresina.


Com este placar, o tricolor piauiense poderá perder por 1 a 0  que estará classificado. O confronto da volta acontece no próximo sábado em Erechim no RS.



O juiz da partida deixou de marcar um pênalti para cada time. No primeiro tempo o zagueiro Índio meteu a mão na bola dentro da sua própria área, pênalti não marcado para os visitantes.



No segundo tempo, aos 30 minutos, o volante Tiago Dias foi derrubado dentro da área do RS, pênalti também não marcado.



Ambos os times conseguiram colocar um bola na trave. Mas a vitória do Galo do Piauí mostrou que dentro do Albertão quem manda são os anfitriões. É a quinta vitória  na série D.



Apesar da vitória, chama a atenção os sustos que o zagueirão Índio vem dando no torcedor, apesar de que ele vem fazendo uma boa competição.



Outros lances polêmicos:

Além dos pênaltis, foi um gol não marcado para o time gaúcho sob o argumento de impedimento. Na verdade houve o impedimento. Temos a gravação da partida e durante a semana postaremos o lance.

Outro: no primeiro tempo, o atacante Fabinho do Ríver fez um gol legítimo anulado pelo árbitro sob alegação de que  o zagueiro gaúcho fora deslocado. Gol legítimo mal anulado. Postaremos também.

Ríver na série D: mais uma promessa?

Era noite de festa para o futebol piauiense, ou melhor, era a noite do Galo. Após a conquista inédita do acesso à Série C do Campeonato Brasileiro, o River Atlético Clube voltou a campo para enfrentar a equipe do Ypiranga de Erechim (RS), pelas semifinais da Série D do Campeonato Brasileiro.

Os convidados, milhares de riverinos apaixonados, fizeram do palco, o Estádio Albertão, um verdadeiro caldeirão. Mais de 20 mil torcedores fizeram a festa e viram o River vencer a partida por 2 a 0, com dois gols do camisa 9, Eduardo.
Presente à partida, o governador Wellington Dias garantiu que o Albertão, a maior praça esportiva do estado, receberá investimentos para o próximo ano. “Nós estamos entrando em uma nova etapa. A gente deve instalar um novo placar, investir na área dos vestiários e viabilizar também a troca do gramado, para garantir não só uma melhor estrutura para os jogos, mas também dando mais comodidade ao torcedor”, pontuou o governador.
Aos 49 minutos do segundo tempo, fim de papo. Com a vitória, o River pode perder até por 1 a 0 em Erechim que se classifica para a grande final da Série D. O jogo de volta será no próximo sábado (31), às 17h (horário de Brasília).

Fonte: Comunicação Social do Governo do Estado do Piuaí

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Pisada de bola no Ríver

Casou surpresa uma entrevista concedida hoje pela manhã pelo treinador do Ríver Flávio Araújo. Ele disse a uma emissora de rádio local que não tem os vídeos para analisar o Ypiranga do RS. E que as únicas informações que têm do clube gaúcho são informações repassadas por pessoas.

A surpresa se revela na falha do gerente de futebol ou um outro membro de lá do clube não ter gravado as duas últimas partidas do Ypiranga contra a Caldense. 

Como é de costume, fazemos a gravação de alguns jogos. Temos a gravação do jogo de acesso do clube do Piauí assim como Remo e Operário do PR. Mas deletamos por engano as duas partidas do Ypiranga com a Caldense.

Esta falha do pessoal do Ríver pode comprometer o trabalho do treinador porque todas as partidas finais da série D estão sendo mostradas pelo canal Esporte Interativo.


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Ríver na série D

Na última segunda-feira o Ríver Atlético Clube conseguiu ascender no futebol brasileiro. Subiu para a série C. Foram anos de tentativas e tentativas. Com diversos erros de contratação seja de treinadores ou de jogadores. Erros também de planejamento. Chegou-se até pedir indicação de jogadores quando o Flávio Araújo ainda estava no Sampaio. Mas de tanto tentar deu certo.

Por aqui passaram o treinador Evair, que trouxe na bagagem os meias Esquerdinha, Tiago Dias, o zagueiro Bruno Lopes, os volantes Cássio e Amarildo. Outros jogadores permaneceram de outras jornadas como o meia Tiago Marabá e o goleiro Robson. A diretoria indicou os zagueiros Rafael e Índio.

Com esta relação de jogadores e outros o Ríver começou um trabalho de manter jogadores de uma temporada para outra. Alguns foram dispensados e outros contratados. Depois do Evair, veio o Josué Teixeira que trabalhou a continuidade das indicações do Evair. Josué foi campeão piauiense de 2014 e começou o trabalho para a série D. Não vingou. Dispensado, foi para o o Macaé de onde sagrou-se campeão em 2014 da série C.

Veio o treinador Flávio Barros. Indicou o voltante Rogério. Não conseguir subir o Ríver. Veio o outro Flávio, desta vez o Araújo. Manteve alguns do ano anterior e  indicou outros jogadores para a temporada de 2015 (estadual, Copa do NE e série D). As indicações foram os bons zagueiros Paulo Paraíba e Jadson. Vieram também o atacante Codó e os meias Júnior Xuxa, Carlinhos  e Léo Olinda além dos goleiros Naylson e Dalton. Mas o principal trabalho foi manter a base assim como fez o Sampaio Correa.

Os atacante Eduardo, Fabinho e Rafael Freitas foram indicações do Clube sendo que os últimos dois em 2015. O certo é que aos poucos o Ríver foi contratando e dispensando aqueles jogadores que não apresentavam um rendimento compatível com as exigências das competições. Mas o meio de campo foi mantido. Para o futuro, a forma de trabalhar não pode mudar, permanecendo ou não no clube o treinador Flávio Araújo.

Quem assistiu as duas partidas do clube do Piauí contra a Lajeadense viu a necessidade de ter no elenco jogadores de boa altura e fortes. Na goleada de 3 a 0 que o clube sofreu em Teresina é bem provável que o calor tenha atrapalhado um pouco o desempenho da equipe gaúcha, que precisou jogar em casa no desespero. E qualquer equipe jogando no desespero tem a tendência de não conseguir os objetivos.

Aquele time do Lajeadense é uma equipe difícil. Perdeu a sua classificação na partida de Teresina. No último minuto o zagueiro Índio salvou um gol de cima da linha que poderia ter complicada a vida do Ríver. Mas serviu para mostrar que o planejamento das contratações tem que passar por critérios técnicos e físicos como altura e força. Melhorar a qualidade.

Naquela batalha de Lajeado o Ríver foi uma única vez ao ataque. Exatamente quando fez o gol. É muito pouco para um time que pretende ser o campeão da quarta divisão. A defesa de Lajeado parecia tomar doce de criança. Fabinho e Eduardo não conseguiam segurar por muito tempo a bola no ataque. Qual time de futebol consegue sobreviver numa partida sem tomar gol se não há uma ajuda contundente lá na frente? E não venham dizer que esta era a proposta de Flávio Araújo. Não era. Era devida a limitação física do ataque tricolor do Piauí e até técnica. Tanto que na primeira fase foi um sofrimento. Poucos gols.

Essa partida contra a Lajeadense mostrou também que a defesa dá muito susto no torcedor apesar de ser a segunda menos vazada da competição. Mas como? Simples. Vários adversários do Ríver não conseguiram emplacar gols. Não foram competentes. Não vimos as partidas jogadas fora de casa até porque não havia transmissão de tv. Mas vimos os melhores momentos pela tv. Dentro do Albertão eram vistos diversos vacilos clamorosos. Tanto é que grande parte da torcida só veio acreditar na equipe depois da eliminação do Estanciano (3 a 0 para o Ríver). Foi o maior placar desde o início da competição.

Na volta em Lajeado, o time da casa perdeu um gol debaixo da trave. Por duas vezes nas costas do lateral Jadson, o atacante adversário entrou na cara do gol. Numa delas o  bom goleiro Naylso salvou. Então em muitos casos contamos com a sorte inclusive no finalzinho em Teresina contra a Lajeadense. Mas tem um ditado que diz  que time que quer ser vencedor tem que ter sorte. O Ríver teve. E tomara que continue tendo contra o Ypiranga, que é a defesa menos vazada da competição. A nossa curiosidade é ver como o ataque do Ríver irá se comportar diante das torres gaúchas. No Albertão até já sabemos. Velocidade e velocidade. E lá em Erechim?

O Ríver subiu mas não pode fechar os olhos para diversas situações que precisam ser melhoradas. Principalmente a qualidade técnica. Que fique claro que é uma equipe ainda limitada embora aguerrida. Achamos até que o Lajeadense era mais time. As dificuldades da série C serão outras e não sabemos se iremos contar com a mesma sorte que tivemos nesta série D. Esta mesma reflexão que fizemos aqui, parte da imprensa do Pará também a fez de forma franca, afinal eles sabem muito bem o que dizem pois convivem há mais tempo com qualidade, com um time na série B, que é o Paysandu, podendo subir para a série A. Nós do PI ainda estamos engatinhando. Então não podemos fechar os olhos para as deficiências.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Ríver é recebido com festa no Piauí após acesso à série C

Imagens TV Cidade Verde de Teresina/PI

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Jogadores do Ríver fazem festa após acesso à série C

Em Teresina o placar no primeiro jogo foi de 3 a 0 para os piauienses diante da Lajeadense do RS. No jogo de volta deu empate, classificando o Ríver para a série C de 2016.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Ríver vence Lajeadense por 3 a 0 em Teresina/PI

Imagens TV Cidade Verde de Teresina.

Com esta vitória o clube do Piauí fica muito próximo de subir para a série C 2016 do campeonato brasileiro. O critério para se classificar é o mesmo da Copa do Brasil. Ou seja, não ter tomado gols em casa favoreceu o Galo Carijó.

A TV Esporte Interativo deve mostrar a partida de volta na segunda-feira dia 19/10.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Copa do Nordeste está bem aí.....para o Ríver

O Ríver está a duas partidas de escrever história no cenário nacional. Precisa eliminar o Lajeadense do RS e carimbar a sua ida para a série C de 2015.

Já são dez jogos disputados nesta série D. O torcedor pergunta e quer saber se alguém do clube selecionou alguns jogadores, dentre os adversários da competição, que poderiam vestir a camisa do Galo em 2016.

A preocupação  é justa. No ano passado o tricolor disputou toda a primeira fase da mesma série D e nenhum jogador dos clubes adversários chamou a atenção da diretoria ou não quiseram se comprometer em indicar. Neste ano bons jogadores chamaram a atenção do torcedor como o meia Rubens do Imperatriz/MA. O volante Gilson Tussi do Santos do Amapá. E o meia Sandro Costa do mesmo time.

Por falar em Santos do Amapá, este foi o melhor adversário do Ríver dentre todos aqueles que passaram por Teresina. Melhor até de que o Palmas e o Estanciano de Sergipe. Foi o único que conseguiu colocar a bola no chão e jogar com qualidade, sem temer.  Por conta disso, seus jogadores deveriam ser olhados com mais atenção por parte do pessoal do Ríver.

Bom lembrar que o Santos mudou metade do time para a segunda fase da série D, melhorando a qualidade.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

O crime da falsa arrecadação nos eventos esportivos

É comum se ver e ouvir por aí o torcedor e a imprensa reclamando de que o número de presentes a um espetáculo não bate com aquilo que foi anunciado de forma oficial. Muitas vezes num simples olhar é possível fazer esta constatação. Não de forma exata, mas aproximada.

Em alguns eventos como o futebol por exemplo para adentrar ao local do espetáculo é preciso comprar o ingresso em um determinado local e ter  acesso ao espetáculo junto a um fiscal ou porteiro que faz a leitura do código de barra do bilhete de entrada.

Se o controle se desse de forma eficiente e séria pouquíssimos clubes tomariam prejuízos como os próprios dizem tomar. E até mesmo a previdência social.

Ocorre que em alguns locais do país este tipo de fraude pode se dar de várias maneiras: por exemplo ser patrocinada pelo próprio clube de futebol. Por quê? Porque cria-se um caixa dois e deixa-se de arrecadar do montante ideal os 5% previstos na legislação previdenciária destinados à previdência social.

Uma outra possibilidade neste tipo de crime é o fato de o próprio fabricante dos bilhetes confeccionar acima do que foi contratado pelo clube. Assim o bilhete é entregue a terceiros ou atravessadores que fazem a venda por um preço bem menor. Na copa do mundo teve algo parecido.

A terceira possibilidade é a falsa leitura dos scanners no momento que o torcedor tem acesso ao local do evento. Simplesmente eles podem estar desligados ou não configurados para fazer a contabilização correta. Enfim, não é difícil de se chegar ao culpado pela fraude. O que falta é a boa vontade pois muitos podem estar ganhando, muito menos  os clubes e a previdência social.

sábado, 3 de outubro de 2015

Série D 2015: Ríver e Estanciano

Na semana passada o Estanciano/SE venceu  o tricolor do Piauí por 2 a 1. Amanhã, o Ríver  precisa de uma simples vitória (1 a 0) para passar para as quartas de final da série D e se juntar a São Caetano, Botafogo de SP, Caldense, Remo e Lajeadense. 

Além de Ríver e Estanciano, a rodada final das oitavas ainda tem os confrontos de Rio Branco do Acre e Ypiranga do RS; Operário do Paraná e Campinense da Paraíba.

O treinador do Estanciano Iedo Morgado disse à rádio Mar Azul que espera que seu time vá para cima do clube do Piauí. Dificulte para jogar o torcedor da casa contra o adversário; e que seus comandados não conseguem jogar recuados.  Teme pelo recuo diante da pressão que vai sofrer durante a partida. 

Portanto desde que não sofra, um gol basta para que o clube piauiense avance. No entanto diante da limitação do pessoal do ataque (parte já vem desde a série D do ano passado), esperamos que até meio a zero feito pelo presidente do clube dê a oportunidade de  o Ríver passar de fase. Cerca de 28 mil ingressos foram colocados à venda. É esperado um público de pelo menos  entre 10 a 15 mil pessoas.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Copa do Brasil Feminino; Tiradentes do PI e Viana do Maranhão

O placar foi de 10 a 0 para o time piauiense, mais preparado em todos os sentidos tanto que sobrou na partida (nenhum desmaio) e foi o primeiro do grupo. Quanto ao clube maranhense, não se poderia esperar outra coisa, senão uma grande derrota uma vez que é inadmissível um time chegar ao destino faltando 4 horas para a partida (depois de ter percorrido de ônibus 400 km), almoçar às 12h e 30 min  e ir para o jogo às 15h com uma temperatura de 37º.

Mas aí, como já é de conhecimento por estas bandas, parte da imprensa esportiva, talvez pelo fato de o futebol do Piauí estar longe do mapa das grandes competições, ainda não aprendeu a trabalhar em prol do que é seu.

Em vez de a imprensa do Maranhão alardear qualquer fato para justificar o desastre, a falta de competência em razão do placar adverso de 10 a 0, coube à imprensa do Piauí fazer isso. Não deixa de ser notícia o desmaio de várias jogadoras dentro de campo, mas aí dar destaque à falta de planejamento do time do Viana se trata de um certo amadorismo e falta de inteligência.

O próprio Ríver ou outro clube do Piauí poderá no futuro precisar jogar em um tempo bastante quente em Teresina e em razão desse tipo de notícia, de pronto a CBF poderá alterar o horários de futuras partidas tirando das 15 ou 16 h. Basta que a federação adversária faça esta solicitação.

Em qualquer parte deste planeta há questões ambientais que dificultam a prática de determinado esporte. Mas aquele que melhor se prepara é que irá levar o triunfo. Quantas vezes os clubes brasileiros tentaram mudar partidas da Libertadores praticadas lá nas alturas por entender que seria impraticável se jogar a tantos mil metros e com a falta de oxigênio? Conseguiram? Precisaram mudar o planejamento e se antecipar aos fatos chegando  3 a 4 dias antes ao destino.

Um detalhe. Temperatura prevista para esta tarde na cidade de Viana-MA: 36º. Um outro detalhe: pelos gols iniciais sofridos, dá para se perceber que o time maranhense é bastante inocente.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Ríver do Piauí e Estanciano de Sergipe fazem um dos confrontos da série D 2015.Confronto de Piauís

Abaixo um pequeno vídeo mostrando que o Estanciano é um time bastante rápido e entrosado. O clube de Sergipe é conhecido como Canarinho de Piauitinga.

Neste segundo vídeo o narrador informa que o Central de Caruaru adversário do Estanciano está marcando homem a homem. E mesmo assim o time de Sergipe conseguiu fazer um gol.


domingo, 13 de setembro de 2015

Ríver vence na série D e termina em primeiro no grupo A2

Ouça áudio com as entrevistas. Rádio CBN de Tocantins:

CONFRONTOS DAS OITAVAS DE FINAL:

Grupo B1: Coruripe-AL x São Caetano-SP
Grupo B2: Botafogo-SP x Crac-GO
Grupo B3: Palmas-TO x Remo-PA
Grupo B4: Caldense-MG x Rio Branco-ES
Grupo B5: Lajeadense-RS x Central-PE
Grupo B6: Rio Branco-AC x Ypiranga-RS
Grupo B7: Estanciano-SE x River-PI
Grupo B8: Operário-PR x Campinense-PB
MELHORES PRIMEIROS COLOCADOS
São Caetano - 19 pontos
Crac-GO - 18 pontos
Remo - 17 pontos
Rio Branco-ES - 17 pontos
Central-PE - 16 pontos
Ypiranga - 16 pontos
River-PI - 16 pontos
Campinense-PB - 14 pontos
MELHORES SEGUNDOS COLOCADOS
Operário-PR - 16 pontos
Estanciano - 15 pontos
Rio Branco-AC - 15 pontos
Lajeadense-RS - 15 pontos
Caldense-MG - 14 pontos
Palmas-TO - 14 pontos
Botafogo-SP - 13 pontos
Coruripe-SE - 13 pontos
Fonte: Futebol Interior

sábado, 12 de setembro de 2015

Com o Ríver em dificuldades financeiras, o que se esperar na segunda fase da série D?

Com  dificuldades financeiras, o Ríver parece ser mais uma vítima das  mudanças econômicas e políticas que vêm ocorrendo no país; como o futebol sempre depende destes aspectos, ao que tudo indica, o clube não irá contratar mais ninguém para a segunda fase da série D. 

Desde de domingo passado que o clube já sabe que a série C ainda é um sonho. Isso porque  o time conseguiu passar para a segunda fase da série D. Por este motivo já deveria ter contratado mais bons nomes para fortalecer o elenco. Principalmente no setor de ataque, pois este setor causa ataque de nervos nos fanáticos torcedores riverinos. Mas parece que vai ficar só no sonho.

O clube é formado em sua maioria por políticos e diante das dificuldades já mencionadas, parece não ter de onde se buscar mais recursos para investir no futebol do clube. O Sócio Torcedor não consegue dar o retorno necessário. Depende do futebol que é praticado dentro de campo e do nível das contratações. Como nenhuma coisa e nem outra atrai, empolga, o reflexo recai no caixa do clube.

Tantas promessas e estas podem ficar mais uma vez jogadas ao sol e ao vento. Mas não se pode esquecer que este é o futebol do Piauí e este futebol é composto pelas mesmas pessoas há décadas. Então por que se deveria ter esperança de algo diferente?