sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Francisco Novelleto diz que se for presidente Piauí e Maranhão serão incluídos na Copa do Nordeste


Entrevista concedida à Rádio Mirante no dia 10/10/2013 em São Luís. Se for eleito presidente da CBF, pretende corrigir o erro de excluir PI e MA do mapa do futebol da Região Nordeste.

Outro detalhe: não há nada de acordo formalizado "no papel" para incluir os clubes do PI e MA na Copa do Nordeste 2015. Só promessa da CBF. 

Francisco Novelleto: "Uma coisa é a Federação do Maranhão. Outra coisa é a CBF. CBF tem bem mais força..."

Abaixo, uma entrevista concedida pelo presidente da Federação do Maranhão, Antônio Américo, afirmando que "existe a esperança para 2015. Mesmo assim essa possibilidade ainda é pequena "

Leia a entrevista por completo:
Times maranhenses ainda não estão confirmados na Copa Nordeste

Como já era esperado, Maranhão e Piauí não irão disputar a Copa do Nordeste no próximo ano, mas existe a esperança que a inclusão dos dois estados aconteça somente em 2015. Mesmo assim, essa possibilidade ainda é pequena, pois muitos dirigentes de clubes e federações estão relutantes em abrir mais duas vagas na competição. 

O presidente da Federação Maranhense de Futebol, Antônio Américo, que marcou presença no lançamento da Copa do Nordeste na última terça-feira, em Salvador, preferiu não divulgar detalhes do encontro entre os dirigentes na capital baiana.

“Nós estamos esperançosos em participar da Copa do Nordeste a partir de 2015, mas é difícil. Sobre outros detalhes só vou falar no Congresso Técnico que vamos realizar nesta sexta-feira”, comentou o presidente da FMF sem revelar nada mais sobre o pedido da entrada de novos times na competição regional.

Durante a cerimônia de lançamento, aconteceu também o sorteio dos quatro grupos da Copa, que teve a maior média de público do Brasil em 2013 e agora premiará o campeão com uma vaga na Copa Sul-Americana. 

Os dezesseis principais clubes da região, com base no ranking nacional da CBF, participarão do torneio. Uma mudança traz um tempero a mais ao campeonato. Na edição passada, clubes do mesmo estado não poderiam ficar no mesmo grupo, o que no sorteio deste ano não aconteceu, permitindo clássicos estaduais, como por exemplo Sport contra Náutico, logo na primeira fase.

O regulamento da competição não sofreu alterações e continua com jogos de ida e volta dentro do grupo, totalizando seis jogos para cada time na fase classificatória. Ao final da primeira fase, o primeiro e o segundo colocados de cada grupo avançam para a próxima etapa, que passa a ser eliminatória, em jogos de ida e volta.

Fonte: Jornal O Imparcial de São Luís em 10/10/2013

http://www.oimparcial.com.br/app/noticia/esportes/2013/10/10/interna_esporte,143298/times-maranhenses-ainda-nao-estao-confirmados-na-copa-nordeste.shtml

Obs: Entrevista encaminhada para se juntar à  representação  no MPF.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Presidente da CBF distribui 'mensalinho' a cartolas-eleitores

Reportagem de VEJA mostra que, para asfixiar a oposição e eleger seu sucessor, Marin distribui mesada de 100 000 reais a presidentes de federação

O MENSALINHO DE MARIN
Para asfixiar a oposição e eleger seu sucessor, o presidente da CBF distribui mesada de 100.000 reais a cartolas-eleitores
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é uma entidade privada que administra a maior paixão do povo brasileiro. Dispensada de ter de prestar satisfação a órgãos de controle, ela tem faturamento milionário (mais de 300 milhões de reais por ano, quase tudo fruto dos jogos da seleção) e ainda organiza os campeonatos que geram receitas de 2,3 bilhões de reais a clubes e patrocinadores.
Toda essa máquina é administrada como um velho feudo político. Por 23 anos, Ricardo Teixeira reinou na confederação com poderes de imperador: mandou e desmandou sem nunca ter tido oposição. Em março do ano passado, acossado por denúncias de enriquecimento ilícito, renunciou ao cargo e passou-o ao seu vice José Maria Marin.
Aos 81 anos, Marin foi governador nomeado de São Paulo, no período da ditadura militar. Logo ao assumir a CBF, foi flagrado embolsando uma medalha que seria entregue a um campeão de um torneio júnior. O gesto foi mais do que um, digamos, lapso moral – foi um cartão de visita.
Sem a mesma unanimidade de Teixeira e com dificuldade para fazer seu sucessor, Marin agora apela para uma arma bem conhecida do universo da política fisiológica de onde veio: para manter seu grupo no cargo, ele distribui verbas e benesses aos presidentes de federação, em uma espécie de mensalinho do futebol.
As eleições da CBF estão marcadas para abril. Como não tem saúde para se reeleger, Marin apoia o secretário-geral da entidade, Marco Polo del Nero, também presidente da Federação Paulista de Futebol. Há 47 eleitores: os vinte clubes da primeira divisão e os presidentes das 27 federações. São esses os alvos de Marin.
Na gestão Teixeira, havia um repasse mensal às entidades, que foi de 8 000 reais a 30000 reais. Com Marin, a verba subiu para 50 000 reais. Em outubro, dobrou. Sem nenhuma razão além da eleitoral, cada federação recebe nos últimos três meses do ano 100000 reais. O dinheiro é chamado de “mensalinho da CBF”.
Os presidentes também são agraciados com viagens internacionais, patrocínio de torneios estaduais e financiamento a times pequenos para que disputem a terceira e a quarta divisões. Todos foram convidados pela CBF para a Olimpíada de Londres. No próximo dia 9, assistirão na Costa do Sauípe (BA), com um acompanhante, ao sorteio dos grupos da Copa do Mundo.
Os eleitores também se revezam como chefes da delegação brasileira nos amistosos internacionais. “As portas da sala de Ricardo Teixeira não ficavam abertas como as de Marin. Todos os nossos pedidos são atendidos”, conta um presidente de federação.
Com o mensalinho, Marin tenta impedir que um candidato de oposição tenha o apoio por escrito de oito federações e cinco clubes, condição necessária para registrar uma candidatura. O objetivo é que Marco Polo seja o candidato único, o que evitaria traições em uma eleição secreta.
O currículo de alguns cartolas ajuda a explicar por que o futebol continua nas mãos de Marins e Teixeiras. O presidente da Federação Amazonense, Dissíca Tomaz, acumula multas de 1,5 milhão de reais por irregularidades em sua gestão como prefeito de Eirunepé, de 2005 a 2008.
FESTA ENGAJADA -- Jogadores do Cruzeiro protestam no jogo do título (Foto: Leo Simonini)
FESTA ENGAJADA — Jogadores do Cruzeiro protestam no jogo do título (Foto: Leo Simonini)
O presidente da Federação do Amapá, Roberto Góes, foi preso por desvios de verba quando era prefeito de Macapá. O do Tocantins, Leomar Quintanilha, é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal por desvio de 25 milhões de reais, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras.
Todos recebem o mensalinho, mas também são cortejados pela oposição, representada por três potenciais candidatos: Rubens Lopes (da Federação do Rio), Francisco Novelleto (Federação Gaúcha) e Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians e ex-diretor de seleções da CBF. Sánchez, filiado ao PT, conta com o apoio do governo e do ex-presidente Lula.
Mas nem tudo é velho nessas eleições. Na luta contra os desmandos do futebol, novos personagens surgiram: os jogadores. Na rodada desta semana do Campeonato Brasileiro, na qual o Cruzeiro garantiu o título por antecipação, os jogadores cruzaram os braços em protesto contra a “falta de diálogo da CBF” com o Bom Senso FC, grupo de jogadores que cobra melhores condições de trabalho.
Uma manifestação como essa é coisa inédita no futebol brasileiro. Terão as jornadas de junho chegado aos campos?







quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Eleições na Federação Paraense de Futebol

A terça-feira foi movimentada na sede da Federação Paraense de Futebol. Visando a cadeira da presidência para o quadriênio 2014-18, Antônio Carlos Nunes, Luiz Omar Pinheiro e Ulisses Sereni inscreveram suas chapas às eleições programadas para o dia 29 de novembro.
O engenheiro Ulisses Sereni, que tem como vice-presidentes Dan Raphael Levi e Ricardo Gluck Paul, chegou por volta de 15h30 e, acompanhado de sua equipe, realizou a inscrição para as eleições.
- Estamos confiantes que nossa chapa é a melhor para o futebol paraense. Temos propostas e as outras apenas falam. Espero que todos analisem essas questões e escolham mudar o futebol paraense pra melhor, acabando com esse coronelismo. Acredito que a democracia pode ser feita, sem interesses além do futebol – disse Ulisses.
Outro candidato à presidência é Luiz Omar Pinheiro, ex-presidente do Paysandu, que protocolou sua chapa com 51 assinaturas. Ele tem como vice-presidentes Fabiano Bastos, presidente da Tuna, e Josias Veras, presidente da Liga de Santa Bárbara.
- Dentro do sistema de adesões mostramos que não estamos vindo para brincar. Vou brigar por mais votos. Fico feliz por participar do processo democrático do futebol paraense, mas essa não é uma eleição política e sim esportiva. A FPF arrecada R$ 6 milhões, então podemos fazer muito mais do que vem sendo feito – disse Luiz Omar.
O candidato à reeleição, Antônio Carlos Nunes, foi procurado pela reportagem do GLOBOESPORTE.COM, mas não quis gravar comentar assunto.
Ao todo, a disputa pela principal cadeira do futebol paraense terá 190 votos, sendo 97 das Ligas Municipais (um voto cada), 25 dos clubes amadores (um voto cada) e 68 dos profissionais, que são divididos por 23 clubes, de acordo com número de campeonatos (base, feminino e profissional) da FPF que tenha sido disputado até 12 meses antes da eleição.
A eleição à Federação Paraense de Futebol (FPF) acontece no próximo dia 29, sexta-feira, 
Globo Esporte/Pará

Evair é o novo treinador do Ríver

Evair é um nome de vitrine. Chama a atenção da mídia. 

Basta acessar o Google para ver a repercussão. Mas o time tricolor do PI precisa de um treinador vitorioso, não de apostas. 

De acordo com a direção do clube, a montagem da equipe ficará nas mãos do novo técnico.

É  torcer para que tudo dê certo.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Flamengo do PI: "gastos para 2014 sem loucura"

O medo da degola financeira faz qualquer dona de casa em sã consciência apertar o cinto e ajustar as contas de sua residência. Para evitar um colapso financeiro na próxima temporada, a diretoria do Flamengo-PI pretende adotar uma postura mais comedida no Campeonato Piauiense 2014. Segundo o presidente da Raposa, Jankel Costa, o desenho do time em campo está diretamente ligado ao acordo com os patrocinadores.
- Não farei nenhuma loucura financeira para trazer jogador, muito menos técnico, por maior renome ele possua. O importante é definir quais serão nossos parceiros para termos em mente quanto poderemos gastar com a contratação de jogadores e comissão técnica – esclarece o dirigente.
Levando em consideração a folha salarial do time que disputou o Campeonato Piauiense deste ano fica fácil fazer previsões. Foram gastos aproximados R$ 80 mil para manter os 26 jogadores que levaram o clube rubro-negro às semifinais da competição.
- A intenção é de que a folha do ano que vem chegue à casa dos R$ 120 mil, mas depende de toda uma conjuntura financeira. Pesa ao nosso favor a participação na Copa do Brasil, mas isso não é tudo. Vamos dialogar com parceiros e definir quase tudo até o final do ano – pondera.
Enquanto dialoga fora dos gramados, a diretoria marca no calendário o reencontro com a torcida, que não acontece desde a conquista da Copa Piauí. A Raposa estreia no Estadual contra o Cori-Sabbá, no dia 25 de janeiro, em Floriano.
Fonte: Globo Esporte/PI
Comentário do Blog:
Entra ano e sai ano e nada de se pensar numa estrutura para o Esporte Clube Flamengo. Há muito tempo o rubro-negro do PI vem trabalhando os seus jogadores, seja a base ou os profissionais, em campos alugados, doados, emprestados. 
Por longas datas o Parentão foi utilizado mesmo sendo um campo destinado ao futebol amador; depois foi a vez do campo da cidade de Altos/PI a 40 km da capital, Teresina. Por último o campo da Universidade Federal, outro sem uma estrutura adequada para os treinos de uma equipe profissional.
Já passou da hora de se pensar na construção de um CT para o Esporte Clube Flamengo. E  o sonho não é difícil não. Quase que seguidamente o clube vem participando da Copa do Brasil, única competição capaz de arrecadar grandes recursos financeiros como ocorreu numa partida há uns 3 anos entre Flamengo do PI e Palmeiras. Com transmissão de tv e tudo mais, a imprensa divulgou na época que quase 1 milhão de reais foram arrecadados juntando a partida no PI e em SP. Por aqui o público pagante divulgado totalizou uns 35.000.
Como foram aplicados os recursos? E o planejamento? Da mesma forma que um operário da construção necessita ter as ferramentas adequadas para desempenhar um bom trabalho, como uma colher, pá, enxada, peneira... um clube de futebol não pode abrir mão de ter um centro de treinamento, pelo menos razoável. O treinador Paulo Moroni não quis mais ficar no futebol do PI justamente por este motivo.
É possível um clube sem  dispor de um campo para treinar conseguir algum acesso  a uma séria C ou B?  E por lá permanecer por alguns anos? É   provável que não. Talvez a falta de um planejamento mais profissional é que afasta o poder público de investir no futebol do PI.  E afasta também o torcedor.

domingo, 17 de novembro de 2013

Atualização do Blog....

Em breve...