sexta-feira, 24 de maio de 2013

Futebol

Nacional do Amazonas

O Coritiba venceu o Naça por 1 a 0 mas não levou a vaga da terceira fase da Copa do Brasil. Os amazonenses agora pegam a Ponte Preta. Com o baixo nível dos times do futebol do Brasil,  não será nada impossível o Nacional fazer mais uma vítima.

Futebol autofágico

E o futebol do PI continua com o mesmo nível de pensamento. Vai mandar um time sem estrutura financeira participar de uma competição nacional. Será um outro Comercial/PI (jogou a série D em 2012 e não sabia nem mesmo o que era fuso horário chegando ao Mato Grosso minutos antes da partida contra o Mixto) em termos financeiros. E será a continuidade da decadência do futebol do PI. Como eu tinha dito no ínicio do ano. Só acredito neste futebol se um dia houver uma ascenção a nível de Brasil. E para isto, o nível dos dirigentes tem que melhorar. Não adianta ter havido um aumento no número do público nos estádios se a mentabilidade dos dirigentes continua a mesma coisa. O Parnahyba não contrata porque não tem dinheiro e nem certeza de sua permanência como campeão. O Ríver deu folga a seus jogadores porque  vai ficar aí esperando o resultado dos tribunais. E a competição começa logo agora no dia primeiro. De uma forma ou outra teremos dois times despreparados para o início da competição.

FUNDESPI

Eu não entendi ainda para que serve esta fundação. Talvez a única função mesmo seja  contemplar amigos-políticos do executivo. Em termos práticos não há compromisso com o povo do PI, principalmente com os desportistas. Albertão parado, sem reformas, Deusdeth de Melo um lixo e com recursos gastos da ordem de mais de R$ 400 mil. Enquanto isso há no nosso estado uma classe política despreparada e inexpressiva em termos nacionais. Até quando esta politiquez....?

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Absurdo? Pode ser que sim. Pode ser que não.

Merecidamente, o Parnahyba sagrou-se o campeão piauiense de 2013. Empatou com o Ríver/PI pelo placar de 2 a 2 no estádio Lindolfo Monteiro (na tarde de ontem). Na semana passada, havia vencido por 1 a 0 e o empate lhe garantia o títutlo. Agora é pensar na série D.

Para jogar o Brasileirão, a equipe campeão tem time, torcida mas só  tem estádio  talvez para as duas primeiras fases da competição, pelo menos se a regra não tiver mudada. Antes, a CBF exigia um estádio com pelo menos 10.000 mil lugares para a terceira fase em diante. Lembro muito bem da época em que o Barras disputava a série C de 2007. Foi preciso jogar em Teresina porque o estádio Juca Fortes não comportava aquele público.  Neste caso, o estádio Mão Santa não seria utilizado.

Em razão do detalhe, talvez o mais indicado seria o clube do Parnahyba abrir a vaga para o segundo colocado. Quem acompanhou o campeonato sabe das dificuldades encontradas pela equipe da praia para manter o seu elenco. Houve até greve de jogadores. Alguns se recusaram a jogar. Outros deixaram a equipe. A câmara de vereadores da cidade de Parnaíba terminou aprovando a liberação de recurssos para bancar o clube. 

Mas, mesmo que estes recursos ainda sejam suficientes para manter o time na série D, o ideal, para o bem do futebol do PI, seria se efetivar um acordo entre a diretoria do Ríver e à do Parnahyba. Pelo acordo ficaria acertada que a vaga da série D seria da equipe tricolor. Mas este teria que se reforçar com pelo menos 70 a 80% do elenco parnaibano, além do treinador Paulo Moroni. Assim, vários jogadores estariam empregados e jogariam a competição nacional sem que houvesse prejuízo financeiro para os azulinos.

E por que o Ríver? Os desportistas piauienses sabem que este clube é o que tem a melhor estrutura dentro do futebol mafrense. E é o vice-campeão. A vaga sendo do tricolor, há torcida, estádio e time de futebol pois assim se estaria montando uma espécie de seleção piauiense visto que alguns jogadores do Ríver podem ser muito bem aproveitados para a série D. 

Que é meio absurdo é, ainda mais se considerar que deixaria a torcida parnaíbana sem futebol por cerca de seis meses, mas há a questão das fases seguintes em que a equipe da praia teria que se deslocar para a capital Teresina em busca de estádio para jogar, caso ascendesse de fase. 

E já foi comprovado que mesmo que se tenha um bom time, como tinha o Barras em 2007, o estádio Albertão  é grande demais diante do minúsculo público que deve comparecer para apoiar qualquer clube do interior nestas situações. Na prática esta sugestão é quase impossível devido à rivalidade e os interesses políticos. Mas para o bem do futebol do PI, seria o ideal.