-O atacante Obina está aí no América Mineiro fazendo gols a todo momento. Não seria uma boa contratação para a Copa do Brasil e Copa do Nordeste, pelo menos?
-É preciso que haja mais transparência nas contas do Ríver. Os balanços do Remo, por exemplo, são bastantes claros. O que entra de receita o torcedor sabe. E de forma detalhada. O que sai em termos de despesa é a mesma coisa. Por que não se traz essa transparência para o clube do Piauí? Transparência atrai investimento. Primeiro é preciso a construção de um portal na rede mundial de computadores.
-Até já criticamos o trabalho do presidente Elizeu Aguiar. Mas corre-se o risco de se entregar o clube a um gestor inferior. O que precisa é mudar todo o pessoal que dá apoio à administração central.
-Não se sabe se o Ríver tem caixa para isso. Mas bem que se poderia comprar uma área ali no litoral do Piauí, erguer chalés para arrecadar. No mesmo espaço um campo de futebol para servir ao time no período da pré-temporada.
-A compra daquela sede no Portal da Alegria talvez tenho sido um erro estratégico em razão de ser distante dificultando com isso que se promovam grandes eventos. Dizem que o clube tem um terreno próximo da BR 343 (Teresina/Altos). Com esta localização poderia-se ter feito um clube destinado aos associados (alugar para grandes eventos como Shows musicais) com o objetivo de arrecadar e no mesmo espaço um CT temporário. Com a arrecadação poderia se fazer pensar num CT em um outro local. Até mesmo na cidade de Timon investindo em áreas bem mais em conta financeiramente. É preciso se criar meios de arrecadar para manter o futebol que é o carro-chefe.
-Aliado aos investimentos dos chalés, clube social, CT basta que se compre o horário de uma rádio AM para vender esses produtos. Para que tudo isso funcione é preciso também vontade e exigir profissionalismo de todo o pessoal do apoio.
-É importante abrir o clube para o empresário administrar em parceria com o presidente cabendo a este administrar a parte social, patrimonial, os lucros da parceria tendo como foco a multiplicação deixando a cargo do empresário o investimento no futebol e os frutos deles extraídos porque quem investe quer retorno, o que é normal. Então há alternativas. O empresário quer transparência e retorno. Caso contrário, somente poucos se aventuram em patrocinar clubes sem saber de fato da qualidade do investimento.