sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Copa do Nordeste está bem aí.....para o Ríver

O Ríver está a duas partidas de escrever história no cenário nacional. Precisa eliminar o Lajeadense do RS e carimbar a sua ida para a série C de 2015.

Já são dez jogos disputados nesta série D. O torcedor pergunta e quer saber se alguém do clube selecionou alguns jogadores, dentre os adversários da competição, que poderiam vestir a camisa do Galo em 2016.

A preocupação  é justa. No ano passado o tricolor disputou toda a primeira fase da mesma série D e nenhum jogador dos clubes adversários chamou a atenção da diretoria ou não quiseram se comprometer em indicar. Neste ano bons jogadores chamaram a atenção do torcedor como o meia Rubens do Imperatriz/MA. O volante Gilson Tussi do Santos do Amapá. E o meia Sandro Costa do mesmo time.

Por falar em Santos do Amapá, este foi o melhor adversário do Ríver dentre todos aqueles que passaram por Teresina. Melhor até de que o Palmas e o Estanciano de Sergipe. Foi o único que conseguiu colocar a bola no chão e jogar com qualidade, sem temer.  Por conta disso, seus jogadores deveriam ser olhados com mais atenção por parte do pessoal do Ríver.

Bom lembrar que o Santos mudou metade do time para a segunda fase da série D, melhorando a qualidade.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

O crime da falsa arrecadação nos eventos esportivos

É comum se ver e ouvir por aí o torcedor e a imprensa reclamando de que o número de presentes a um espetáculo não bate com aquilo que foi anunciado de forma oficial. Muitas vezes num simples olhar é possível fazer esta constatação. Não de forma exata, mas aproximada.

Em alguns eventos como o futebol por exemplo para adentrar ao local do espetáculo é preciso comprar o ingresso em um determinado local e ter  acesso ao espetáculo junto a um fiscal ou porteiro que faz a leitura do código de barra do bilhete de entrada.

Se o controle se desse de forma eficiente e séria pouquíssimos clubes tomariam prejuízos como os próprios dizem tomar. E até mesmo a previdência social.

Ocorre que em alguns locais do país este tipo de fraude pode se dar de várias maneiras: por exemplo ser patrocinada pelo próprio clube de futebol. Por quê? Porque cria-se um caixa dois e deixa-se de arrecadar do montante ideal os 5% previstos na legislação previdenciária destinados à previdência social.

Uma outra possibilidade neste tipo de crime é o fato de o próprio fabricante dos bilhetes confeccionar acima do que foi contratado pelo clube. Assim o bilhete é entregue a terceiros ou atravessadores que fazem a venda por um preço bem menor. Na copa do mundo teve algo parecido.

A terceira possibilidade é a falsa leitura dos scanners no momento que o torcedor tem acesso ao local do evento. Simplesmente eles podem estar desligados ou não configurados para fazer a contabilização correta. Enfim, não é difícil de se chegar ao culpado pela fraude. O que falta é a boa vontade pois muitos podem estar ganhando, muito menos  os clubes e a previdência social.