quinta-feira, 16 de maio de 2013

O Experiente Aderbal Lana....

Na época em que o Ríver estava à procura de um novo técnico em substituição ao Aníbal Lemos, eu sugeri este nome aqui no Blog. Hoje o tricolor do PI tem um bom treinador, mas eu continuo acreditanto no trabalho desta raposa do futebol chamado de Aderbal Lana. Desde os tempos de São Raimundo do Amazonas que eu acompanho o trabalho dele. Os méritos da goleada do Nacional/AM (4 a 1) sobre o Coritiba são dos jogadores, mas quem escolhe, quem indica a função de cada um é o trinador. Veja a reportagem...

Não poderia ser melhor. Talvez nem o mais entusiasta torcedor do Nacional-AM imaginasse uma vitória por 4 a 1 sobre o Coritiba, nesta quarta-feira (15), pela Copa do Brasil. Um dos pilares para o triunfo do Leão da Vila Municipal foi o técnico Aderbal Lana, que havia declarado manter o esquema ofensivo que vinha utilizando nas últimas partidas. A confiança no esquema deu resultado, e o Naça tem uma boa vantagem para o jogo de volta em Curitiba.
Aderbal Lana (Foto: Adeilson Albuquerque/GLOBOESPORTE.COM)Aderbal Lana (Foto: Adeilson Albuquerque)
Logo após o término do jogo, Lana, ainda à beira do gramado, comentou sobre a atuação do Nacional. De acordo com ele, o objetivo era vencer o confronto diante dos paranaenses.

- O que era esperado era ganhar em casa, fazer a nossa obrigação. Evidentemente que no futebol tudo pode acontecer. Você pode perder de quatro ou ganhar de quatro. Nós jogamos aqui, em 2003, contra o São Paulo (na época Lana era técnico do São Raimundo-AM). Vencemos por dois, mas eles também poderiam ter levado cinco ou seis. O futebol é isso. Depois da globalização, não existe mais aquele diferença gritante, não há tanta diferença entre os elencos. Nós temos é que trabalhar. E foi o que fizemos - afirmou o treinador.

Com 12 jogos à frente do Nacional-AM em 2013, Lana carrega um histórico respeitável com nove vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Para o comandante, o mérito da boa fase do Nacional, que no próximo jogo inicia a disputa pelo Campeonato Amazonense, passa principalmente pelos jogadores. A goleada sobre o Coritiba foi um exemplo disso.

- Eles entenderam a importância do trabalho. Jogaram, se dedicaram e colocaram pra fora tudo aquilo que eles sabem fazer e, com isso,  as coisas fluíram da melhor forma possível. Pode ser que a gente perca lá na casa deles, pois futebol é jogado. E tudo pode acontecer. Lá (Curitiba) teremos um estádio lotado e nós vamos enfrentar uma equipe mais acessa do que esta que vimos hoje (quarta), mas nós também estaremos e vamos lá em busca de um bom resultado, não tenha dúvida disso -

Fonte: globoesporte.com/am

Até quando?

Anos de uma reforma que até hoje não foi concluída. Esta é a situação vivida atualmente pelo Estádio Deusdeth de Melo, em Campo Maior, cidade localizada a 78 km de Teresina (PI). Pela segunda vez, as obras na praça esportiva estão novamente paralisadas. Segundo denúncias de dirigentes do futebol local, há quase dois meses o local está abandonado. A situação do estádio foi exibida nesta quarta-feira (15) no Globo Esporte Piauí, da Rede Clube. A Fundespi, órgão responsável pela reforma, nega a paralisação e garante que a reforma estará completa no segundo semestre.
Em 2013, Caiçara e Comercial-PI, equipes da cidade de Campo Maior, deixaram de participar do Campeonato Piauiense por falta de um estádio para sediar os seus jogos. O Deusdeth de Melo, de responsabilidade do Governo Estadual, está em reforma desde 2011 e interditado desde o ano passado. Apesar do período fechado para o público, as obras não avançaram.
- A reforma começou em março de 2011. Nós disputamos o Piauiense daquele ano e o de 2012 com o estádio em obras, assim como o Torneio da Movimentação. Antes da semifinal do ano passado, o estádio foi interditado por não ter mais condições de sediar os jogos. Fizeram uma adequação na planta e continuaram, mas agora pararam de novo – conta Marcos Guilherme, membro da diretoria do Comercial-PI.
Segundo Antônio Carlos, outro membro da diretoria comercialina, esta não é a primeira vez que as obras no estádio atrasam. Cerca de um ano após o início da reforma, a Construtora Etec, responsável pela reforma, teria paralisado os trabalhos por atraso no repasse financeiro do Governo Estadual. Após o pagamento, de acordo com Antônio Carlos, a empresa deu continuidade a obra, mas parou novamente em 2013. O dirigente afirmou que não consegue explicações para o novo atraso.
Estádio Desdeth de Melo, em Campo Maior, Piauí (Foto: Náyra Macêdo)Deusdeth de Melo, está em reforma há anos. Aqui, foto de novembro de 2012 (Foto: Náyra Macêdo)
- Ficam só enrolando a gente. O que sabemos é que a empresa foi licitada. Por falta de pagamento, parou. Temos que cobrar é do estado, e eles dizem que vão retomar, mas é só conversa - lamenta Antônio Carlos.
Marco Aurélio Sampaio, presidente da Fundespi, nega o problema. O gestor afirma que as obras transcorrem naturalmente e que a reforma será concluída no próximo semestre.
- Passaram a informação errada para você, tudo lá está seguindo normalmente. Desde que foi feito o pagamento, nunca mais parou – retruca Marco Aurélio Sampaio.
Em nota da coordenadoria de comunicação social do Governo do Estado, publicada no início de março, a obra no Deusdeth de Melo estaria prevista para ser concluída até maio deste ano. Quatorze itens da unidade esportiva passariam por adaptações, entre eles: reforma nas duas cabines do estádio, arquibancadas, vestiários, bilheterias, estacionamento, alambrado, banheiros públicos, construção de uma cantina e melhoria da irrigação do campo e iluminação. O custo total da obra seria de R$ 444 mil.
O GLOBOESPORTE.COM encontrou duas construtoras com o nome ETEC registradas no Conselho Regional de Engenharia do Piauí. No entanto, nenhuma das duas foram encontradas nos telefones fornecidos até a publicação desta reportagem para explicações sobre o atraso nas obras.

Obs. O link abaixo contém um vídeo que comprova o que diz a reportagem do globoesporte.com/pi 


terça-feira, 14 de maio de 2013

A rica cultura da velha Parnaíba/PI

No último domingo, Ríver e Parnahyba jogaram a primeira partida das finais para decidir quem será o campeão do Estado do PI em 2013. A TV Meio Norte, detentora dos direitos de transmissão, mostrou o confronto para todo o estado.

O que chamou mais  a atenção  foi o grande número de torcedores do azulino que compareceu ao estádio Mão Santa, cuja capacidade é para 4.600 torcedores. As imagens mostraram que praticamente não havia mais lugares vazios. É a riqueza do futebol daquela cidade. Riqueza esta que tem como principal caractestista o amor daquele povo pela sua cidade e depois pelo clube da sua cidade.

Outras cantos interioranos como Piripiri e Picos também recebem o apoio de seus torcedores, mas não com a vibração e alegria do povo parnaíbano. Parnaíba é uma cidade diferente dentro do PI e isso também passa para o futebol.

Arrisco a dizer que,  se a cidade tivesse um estádio com capacidade  para 10.000 torcedores e com o clube participando de competições nacionais e obtendo bons resultados,  não seria nenhuma barbariadade afirmar que aquela lotação seria facilmente alcançada. E a cultura da praia ajuda para que o amor às coisas locais  estejam bem visíveis.

De manhã, o litoral, um bom almoço, cerveja...; à tarde o  espetáculo chamado de futebol. Um  atrativo a mais, tudo isso sob um clima agradável que anima, empolga e contagia. Assim é a cultura da velha Parnaíba. Que merece a atenção do empresariado, porque ali está aos olhos de todos uma grande riqueza, que se bem explorada poderá colocar o futebol da velha cidade numa série C ou  B  até primeiro do que o futebol da capital. 

Sem falar que os desportidas daquela praça têm um olhar diferenciado no que se refere à qualidade do jogador.  A sorte do futebol mafrense é ter a cidade de Parnaíba como território piauiense. E o azar deles é o fato de não pertencer ao futebol cearense.