sexta-feira, 8 de março de 2013

LULA se autodenomina imbecil



A presidente Dilma Rousseff e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) voltaram a trocar farpas sobre a criação do Bolsa Família. A presidente insiste em que o criação do cadastro único de de beneficiados por programas sociais é iniciativa do governo do PT. É mentira! Não é não. Aécio diz que o Bolsa Família é a reunião de programas sociais que existiam no governo FHC. É verdade. Um decreto de Lula o demonstra.
O Apedeuta, sim, era contra o Bolsa Família. Ele o considerava mera esmola, como deixa claro o vídeo abaixo. Aí temos Lula em dois momentos, afirmando coisas opostas. Já presidente, defendia o programa. Na oposição, ele o atacava. Vejam. 
Mais do que isso. No dia 26 de agoto de 2010, publiquei um post demonstrando que Lula considerava que o Bolsa Família deixava os pobres vagabundos. E demonstrei ali, com todas as letras, que o decreto de Lula, que criou o Bolsa Família, incorporava os programas da gestão FHC. Leiam.
*
Como é mesmo? Segundo um novo Datafolha, a diferença entre Dilma e Serra oscilou para 20 pontos? Os petralhas não descansam nem de madrugada — creiam (devem ganhar bem!) — e anunciam que eu já perdi a eleição? Então eu vou lhes mostrar como me comporto em meio àqueles que já disputam o seu lugar à grama. E por que vou fazer o que segue? Por apreço à verdade. E porque, como escrevi naquele texto quanto estava em Dois Córregos, Corisco só se entrega na morte de parabelo na mão, hehe.
Ontem, na impressionante coleção de invencionices a que se entregou em cima do palanque, Lula afirmou que setores “elitistas” o criticaram por causa do Bolsa Família. Também é mentira. O único “elitista” contrário ao programa era… Lula!!! E dá para provar. Quando o Babalorixá chegou ao poder, inventou que o Brasil padecia de uma fome africana — que já havia sido superado havia duas décadas ao menos. E criou o natimorto programa Fome Zero, lembram-se? O que era mero golpe publicitário de Duda Mendonça virou estandarte do governo. Havia quatro programas de renda do governo FHC: Auxílio-Gás, Bolsa Alimentação, Bolsa Escola e Bolsa Renda. Lula os juntou depois e os chamou de Bolsa Família. Isso é história. Mas, antes de fazê-lo, falou muita bobagem. E depois também.
No dia 9 de abril de 2003, com o Fome Zero empacado, Lula fez um discurso no semi-árido nordestino, na presença de Ciro Gomes, em que disse com todas as letras que acreditava que os programas que geraram o Bolsa Família levavam os assistidos à vagabundagem. Querem ler? Pois não!
Eu, um dia desses, Ciro [Gomes, ministro da Integração Nacional], estava em Cabedelo, na Paraíba, e tinha um encontro com os trabalhadores rurais, Manoel Serra [presidente da Contag - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura], e um deles falava assim para mim: “Lula, sabe o que está acontecendo aqui, na nossa região? O povo está acostumado a receber muita coisa de favor. Antigamente, quando chovia, o povo logo corria para plantar o seu feijão, o seu milho, a sua macaxeira, porque ele sabia que ia colher, alguns meses depois. E, agora, tem gente que já não quer mais isso porque fica esperando o ‘vale-isso’, o ‘vale-aquilo’, as coisas que o Governo criou para dar para as pessoas.” Acho que isso não contribui com as reformas estruturais que o Brasil precisa ter para que as pessoas possam viver condignamente, às custas do seu trabalho. Eu sempre disse que não há nada mais digno para um homem e para uma mulher do que levantar de manhã, trabalhar e, no final do mês ou no final da colheita, poder comer às custas do seu trabalho, às custas daquilo que produziu, às custas daquilo que plantou. Isso é o que dá dignidade. Isso é o que faz as pessoas andarem de cabeça erguida. Isso é o que faz as pessoas aprenderem a escolher melhor quem é seu candidato a vereador, a prefeito, a deputado, a senador, a governador, a presidente da República. Isso é o que motiva as pessoas a quererem aprender um pouco mais.
Notaram a verdade de suas palavras? A convicção profunda? Então…
No dia 27 de fevereiro de 2003, Lula já tinha mudando o nome do programa Bolsa Renda, que dava R$ 60 ao assistido, para “Cartão Alimentação”. Vocês devem se lembrar da confusão que o assunto gerou: o cartão serviria só para comprar alimentos?; seria permitido ou não comprar cachaça com ele?; o beneficiado teria de retirar tudo em espécie ou poderia pegar o dinheiro e fazer o que bem entendesse?
A questão se arrastou por meses. O tal programa Fome Zero, coitado!, não saía do papel. Capa de uma edição da revista Primeira Leitura da época: “O Fome Zero não existe”. A imprensa petista chiou pra chuchu.
No dia 20 de outubro, aquele mesmo Lula que acreditava que os programas de renda do governo FHC geravam vagabundos, que não queriam mais plantar macaxeira, fez o quê? Editou uma Medida Provisória e criou o Bolsa Família? E o que era o Bolsa Família? A reunião de todos os programas que ele atacara em um só. Assaltava o cofre dos programas alheios, afirmando ter descoberto a pólvora. O texto da MP não deixa a menor dúvida:
(…) programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação - “Bolsa Escola”, instituído pela Lei n.° 10.219, de 11 de abril de 2001, do Programa Nacional de Acesso à Alimentação - PNAA, criado pela Lei n.° 10.689, de 13 de junho de 2003, do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Saúde – “Bolsa Alimentação”, instituído pela medida provisória n.° 2.206-1, de 6 de setembro de 2001, do Programa Auxílio-Gás,instituído pelo Decreto n.° 4.102, de 24 de janeiro de 2002, e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo Decreto n.° 3.877, de 24 de julho de 2001.
Compreenderam? Bastaram sete meses para que o programa que impedia o trabalhador de fazer a sua rocinha virasse a salvação da lavoura de Lula. E os assistidos passariam a receber dinheiro vivo. Contrapartidas: que as crianças freqüentassem a escola, como  já exigia o Bolsa Escola, e que fossem vacinadas, como já exigia o Bolsa Alimentação, que cobrava também que as gestantes fizessem o pré-natal! Esse programa era do Ministério da Saúde e foi implementado por Serra.
E qual passou a ser, então, o discurso de Lula?Ora, Lula passou a atacar aqueles que diziam que programas de renda acomodavam os plantadores de macaxeira, tornando-os vagabundos, como se aquele não fosse rigorosamente o seu próprio discurso.
No dia 23 de março de 2005, em Cuiabá, atirava contra as pessoas supostamente contrárias ao Bolsa Família. Leiam e confrontem com o que ele próprio dizia em 2003:
Eu sei que tem gente que fala: “Não, mas esse presidente está com essa política do programa Fome Zero, do Bolsa Família, isso é proselitismo, isso é esmola.” Eu sei que tem gente que fala assim. Lógico, o cidadão que toma café de manhã, almoça e janta todo santo dia, para ele Bolsa Família não significa nada, ele não precisa. E ainda mais se ele puder fazer uma crítica a mim tomando uma Coca-Cola em um bar, um uísque ou uma cerveja. Agora, tem pessoas que, se a gente não der essa ajuda, não conseguem comer as calorias e as proteínas necessárias à vida humana. E se for uma criança de antes de seis anos de idade, nós sabemos que essa criança poderá ter o seu cérebro atrofiado e nunca mais se recuperar.
Quando eu vou parar de evidenciar as mistificações de Lula? Nunca! Quanto mais “popular” ele fica, mais considero este trabalho uma obrigação moral.

Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 7 de março de 2013

Estádio Deusdeth de Melo passa por reformas


O Estádio Deusdeth de Melo, localizado na cidade de Campo Maior, a 78 quilômetros de Teresina/PI, passa por reforma e adaptações estruturais. A obra está prevista para ser concluída até maio deste ano, ao todo, 14 itens passarão por reformas, com um investimento de R$ 444 mil.

“Já passamos pela fase de licitação e as obras estão em execução. O Estádio Deusdeth Melo recebe os jogos da Copa Piauiense e essas reformas irão melhorar o conforto e segurança tanto de quem pratica, como de quem prestigia o esporte piauiense”, afirma o engenheiro da Fundação Estadual de Esportes (Fundespi), Ribamar Brito.

Estão sendo reformadas as duas cabines do estádio, todas as arquibancadas, vestiários, bilheterias, estacionamento, alambrado, banheiros públicos, além da construção de uma cantina e a melhoria da irrigação do campo e iluminação do local.

Outras reformas

Outras reformas acontecem nos municípios do Piauí, o Estádio da cidade de São Francisco do Piauí, a 317 quilômetros da capital, também passou por reformas estruturais, já concluídas. Em Teresina, o Estádio Albertão passa por adequações para receber a competição do jogo da Copa do Brasil, entre Flamengo do Piauí e Santos, no começo de abril.

“Para a reforma do Albertão, nós estamos sendo acompanhados pela Vigilância Sanitária, pelo Corpo de Bombeiros e, também, pela Polícia Militar, para a identificação das reformas e adaptações que iremos efetivar”, ressalta Ribamar Brito.

Fonte: Cidade Verde. com

Comentário: tudo indica que a maioria da reforma não passa de uma pintura de manutenção. Pensei que fossem  ampliar o números de cabines de rádio. Desta forma  R$ 444 mil talvez possa ser muito dinheiro para pintar todo o estádio e colocar alguns azulejos aqui e aculá. É bem provável que com R$ 200 mil se faça tudo isso. Ainda sobra o dinheiro do bombom. Não tenho a menor dúvida.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Cota do Ceará de jogo com ASA é maior que premiação do Nordestão

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, na íntegra, o borderô da partida entre Ceará x ASA-AL, no último domingo, quando o Vovô perdeu por 1 a 0, e acabou eliminado da Copa do Nordeste. Contudo, o clube alvinegro acabou embolsando uma quantia maior até do que à destinada ao campeão do torneio. A cota líquida, com os descontos, do Ceará foi R$ 866,754,44. Um pouco maior que a premiação reservada ao vencedor do Nordestão, que será de R$ 800 mil.
Além desses números, a partida registrou a maior renda da história do futebol cearense: R$ 1.266.417,00. Desse valor, R$ 399.662,00 foram destinados para quitar as despesas. A cota da Federação Cearense de Futebol e o valor do aluguel do campo foram orçados em R$ 126,641,70. Já o item 'outras despesas', sem nenhum tipo de detalhamento, teve R$ 55.280,00 descontados.
O público pagante desta partida foi de 52.207 torcedores, com público total de 55.356. É o segundo melhor público da temporada 2013 do futebol brasileiro, perdendo apenas para Cruzeiro x Atlético-MG, na reinauguração do Estádio Mineirão.
  •  
Torcida do Ceará na Arena Castelão em jogo com o ASA-AL pela Copa do Nordeste (Foto: Divulgação/Cearasc.com)Ceará levou mais de R$ 800 mil de cota na partida contra o ASA-AL, pela Copa do Nordeste
(Foto: Divulgação/Cearasc.com)
Globo Esporte/CE

segunda-feira, 4 de março de 2013

Grupo exige Maranhão e Piauí no Nordestão


O sucesso da Copa do Nordeste de 2013 fez a alegria do futebol da região. Os estádios lotados garantiram média de público superior a de todos os 27 estaduais do Brasil. Porém, nem todos os nordestinos estão felizes. Maranhão e Piauí também querem entrar na festa, na edição de 2014. E um grupo de torcedores ameaça acionar a Justiça comum se for preciso.
É o que defende o movimento “MA-PI no Nordestão”. Ele já tem o apoio de 80 piauienses, 25 maranhenses e 15 outros nordestinos. São torcedores insatisfeitos com o que seria preconceito. E, sobretudo, impacientes com a inércia dos dirigentes de clubes e federações dos dois estados.
Nordestao-3
Nordestão não inclui MA e PI
A exclusão de Piauí e Maranhão da Copa do Nordeste se deve a um acordo político costurado na década de 1950. Na época, a administração regional do futebol dos dois estados foi transferida para a abrangência do Norte, então formado apenas por Pará e Amazonas.
O movimento já conseguiu a sinalização da federação do Piauí de que os dois estados podem entrar no próximo Nordestão. Se a confirmação não vier até o fim da atual edição, os torcedores prometem acionar o Ministério Público Federal.
Com a ausência de um torneio do Norte, disputado pela última vez em 2002, eles exigem uma solução por parte da CBF. “Nada mais justo que a inclusão dos dois estados na principal competição da região”, cobra o movimento, que já cogita iniciar uma petição online. À frente, estão um advogado, um administrador, um médico e um engenheiro. Porém, eles preferem não informar seus nomes nessa entrevista, para evitar exposição no trabalho.
Verminosos por Futebol – Quem está à frente desse movimento de reivindicação de Maranhão e Piauí no Nordestão?
MA-PI no Nordestão – Somos quatro amigos do Piauí à frente deste movimento.
VPF – Vocês são só torcedores ou dirigentes de clubes e federações?
MA-PI – Somos apenas torcedores. Mas o grupo é bem misto. Aqui nós temos piauienses, maranhenses, cearenses, baianos, pernambucanos, paraibanos, sergipanos, alagoanos, norteriograndenses, ou seja, representantes de todos os estados do Nordeste que gostariam de ver seus clubes atuando no Piauí e Maranhão.
Nada mais justo que a inclusão dos dois estados na principal competição da região”.
VPF – Vocês têm apoio de clubes e federações?
MA-PI – Não procuramos nem os clubes e nem a federação do Piauí por entender que o assunto envolve questões políticas entre as federações do Nordeste e a CBF. Mas estamos cientes de que as federações de futebol do Piauí e do Maranhão, além da imprensa local, têm interesse nas vagas da Copa do Nordeste. Ocorre que devido à demora na busca de soluções, resolvemos entrar nesta batalha.
VPF – Vocês concordam com o entendimento da CBF de que Maranhão e Piauí fazem parte da logística da região Norte?
MA-PI – Um acordo entre dirigentes das federações de Piauí e Maranhão e CBF, ainda na década de 1950, colocou os clubes dos dois estados nordestinos na região Norte, tendo em vista que naquela região existiam apenas dois estados (Amazonas e Pará). Em troca, os estados do Maranhão e Piauí se revezavam na indicação do vice-presidente da CBF.
Nordestao-4
Copa do Nordeste de 2013 terá final entre Campinense e ASA
VPF – Se atualmente não há campeonato do Norte, não seria justo os estados participarem do Nordestão?
MA-PI – A CBF promove diversas competições, dentre elas a Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e a Copa do Nordeste. As duas primeiras competições contemplam equipes de todo o Brasil. Participam da Copa do Brasil todos os estados da federação. Participam do Campeonato Brasileiro também todos os estados da federação. Já imaginou essas competições cada qual contemplarem somente o Sul e o Sudeste? E o restante do país? Pois é isso que está acontecendo com os estados do Piauí e do Maranhão em relação à Copa do Nordeste, competição promovida pela CBF. Nada mais justo, portanto, a inclusão desses estados na principal competição da região. O torcedor não pode ficar refém das questões políticas.
VPF – Qual é a situação administrativa do futebol dos dois estados? Ultimamente, vinham ocorrendo brigas nas duas federações, certo?
MA-PI – Em 2012, a CBF reconheceu as atuais gestões das federações de Piauí e Maranhão. Está tudo ok.
VPF – Apesar dos dirigentes de terceira, dá pra dizer que há torcidas de primeira no Maranhão e no Piauí. Ano passado, o Sampaio Corrêa mostrou isso.
MA-PI – O Sampaio fez excelente campanha na Série D 2012 e terminou sendo campeão invicto. Levou mais de 40 mil pessoas ao Castelão. Ríver, Flamengo-PI ou Moto Club, na mesma situação do Sampaio, também teriam colocado muita gente em seus jogos. São clubes de grandes torcidas, mas que se encontram meio adormecidas.
O Sampaio Corrêa fez excelente campanha na Série D 2012 e terminou sendo campeão invicto. Levou mais de 40 mil pessoas ao Castelão. Ríver, Flamengo-PI ou Moto Club, na mesma situação do Sampaio, também teriam colocado muita gente em seus jogos”.
VPF – Por que o futebol do Maranhão e do Piauí perdeu tanta relevância nacional nos últimos tempos?
MA-PI – Alguns ex-dirigentes de clubes deixaram enormes dívidas trabalhistas e previdenciárias. As equipes tiveram que se desfazer de parte de seu patrimônio. O associado se afastou. O empresariado também. Faltou dinheiro para investir. Como consequência, o torcedor sumiu. O Ríver, por exemplo, já passou por isso. Hoje não tem mais dívidas. É um clube sanado. Com certidão negativa. Possui um bom centro de treinamento, ônibus, investimento imobiliário, recebe dinheiro da Timemania e planeja em muito breve ascender de divisão no Campeonato Brasileiro.
VPF – Quando vocês vão ingressar com a ação na Justiça?
MA-PI – No dia 25 de fevereiro, o presidente da federação do Piauí concedeu uma entrevista ao Globo.com/Piauí. Informou que no início de março irá se manifestar em definitivo sobre as vagas pretendidas por Piauí e Maranhão. Iremos esperar. Se for negativo, buscaremos a Justiça. Nosso grupo está pensando em criar uma petição online com o objetivo de pegar a assinatura de mais torcedores, no site Petição Pública. O abaixo-assinado será entregue como anexo da representação a ser entregue no Ministério Público Federal.
VPF – Qual a alternativa que vocês sugerem para que o campeonato inclua Maranhão e Piauí?
MA-PI – Neste ano de 2013 a Copa do Nordeste constou com quatro grupos de quatro equipes. A sugestão é de que em 2014 os estados do Piauí e do Maranhão formem um quinto grupo com quatro clubes (dois de cada estado). Para nós, o mais importante neste momento é a confirmação dos dois estados.
Nordestao-2
Fundadores da Liga do Nordeste: em 2013, não participaram do Nordestão CSA-AL, Fluminense-BA, Treze-PB, Botafogo-PB, Sergipe-SE e Náutico-PE, graças à colocação nos estaduais de 2012
Clubes de Piauí e Maranhão no Campeonato Brasileiro de 2013:
Piauí – 1 na Série D e 7 sem divisão.
Maranhão – 1 na Série C, 1 na Série D e 13 sem divisão.

Verminosos por Futebol já abraçou a causa do movimento

Conheça o autor
O jornalista Rafael Luis Azevedo, 29, foi correspondente na Copa do Mundo de 2010. Recebeu 12 prêmios de jornalismo, dentre eles Esso e Embratel, os mais importantes do país, e três vezes o da Associação Cearense de Imprensa. Atualmente é editor e produtor dos programas Esporte Cidade e Velocidade, da TV Cidade, afiliada da Record em Fortaleza. Atuou de 2003 a 2012 no jornal O Povo, onde foi editor de esportes e assinou a principal coluna esportiva de domingo. Foi produtor da TV Jangadeiro-SBT (2005-2006) e redator do Noolhar.com (2003-2004), atual O Povo Online. É um dos autores do livro "PV: Biografia de uma Paixão", de 2011, sobre o estádio Presidente Vargas.


Fonte: http://www.verminososporfutebol.com.br/papo-serio/grupo-exige-maranhao-e-piaui-no-nordestao/

domingo, 3 de março de 2013

Super Pará: mais de 40 mil viram o Paysandu conquistar o título

Em Campina Grande o público de Campinense e Fortaleza  foi de 19 mil. No Castelão em Fortaleza 55 mil assistiram à partida entre Ceará e ASA. Isso na Copa do Nordeste.


Uma partida digna de um clássico entre Remo e Paysandu. Na temporada 2013, em dois jogos disputados, a torcida remista se acostumou a sempre ter boas emoções na parte final da partida, com seu time fazendo o gol da vitória ou empatando. Mas, quis o destino que, no confronto mais decisivo da Taça Cidade de Belém, a sorte mudasse de rumo, e o torcedor bicolor tivesse a chance de ter esse sentimento. Com um gol aos 42 minutos do segundo tempo, o Papão venceu o Leão por 2 a 1 e conquistou o título do primeiro turno do Campeonato Paraense.
Clássico que mais uma vez provou a paixão que Remo e Paysandu despertam. As duas maiores torcidas do Norte do Brasil proporcionaram uma renda superior a R$ 1 milhão, com o Mangueirão recebendo um público de 40.883 torcedores.
pAYSANDU (Foto: Gustavo Pêna/GLOBOESPORTE.COM)Paysandu conquistou o título do primeiro turno (Foto: Gustavo Pêna/GLOBOESPORTE.COM)
E quem foi ao estádio não se arrependeu. As duas equipes fizeram um ótimo jogo, com o Paysandu abrindo o placar aos 29 minutos de partida, com o zagueiro Raul. O empate do Remo veio dez minutos depois, com o atacante Leandro Cearense aproveitando o rebote do goleiro Zé Carlos.
No segundo tempo, o jogo seguiu truncado, mas o zagueiro Raul apareceu de novo, aos 42 minutos, para garantir o título e se tornar o herói da decisão, assegurando a vitória bicolor por 2 a 1.
Com o título, o Paysandu já está garantido na Copa do Brasil de 2014 e na decisão do Parazão, caso a Taça Estado do Pará seja conquistada por uma das outras sete equipes participantes da competição. Aliás, o segundo turno já começa no meio de semana, com o Remo estreando quinta-feira contra o Santa Cruz, a partir das 20h30m (de Brasília), no Mangueirão, em Belém, e o Paysandu jogando na quarta-feira contra o São Francisco, a partir das 20h30m, no Colosso do Tapajós, em Santarém. As duas partidas terão acompanhamento em Tempo Real pelo GLOBOESPORTE.COM.
Papão abre o placar, mas Remo consegue empate
Com a necessidade da vitória, o Paysandu começou o jogo partindo para cima do rival, marcando no ataque. Logo aos sete minutos, Djalma evitou a saída de bola e cruzou para Eduardo Ramos, livre, cabecear para o gol, obrigando o goleiro Fabiano a fazer grande defesa.
Não demorou muito, o Remo deu a resposta. Dois minutos depois, Fábio Paulista fez boa  jogada individual, driblou o goleiro Zé Carlos, mas acabou finalizando por cima gol, incendiando a torcida remista.
Remo e Paysandu (Foto: Gustavo Pêna/GLOBOESPORTE.COM)Remo e Paysandu fizeram um jogo bastante equilibrado (Foto: Gustavo Pêna/GLOBOESPORTE.COM)
Empolgados, os azulinos começaram a dominar a partida. Aos 22 minutos, Walber bateu falta, a zaga do Paysandu não afastou, e Zé Antônio mandou para o gol, mas o juiz marcou toque de mão do remista.
Porém, aos 29 minutos, Eduardo Ramos cobrou escanteio, Zé Antônio escorregou, e Raul, livre, cabeceou para o gol, abrindo o placar no Mangueirão.
O gol deu tranquilidade para o Papão, que começou a tocar mais a bola. Só que, dez minutos depois, a estrela do zagueiro Zé Antônio, que marcou o gol de empate no último clássico, voltou a brilhar. Ele cobrou falta com força, Zé Carlos deu rebote, a zaga bicolor cochilou, e o atacante Leandro Cearense não perdoou, deixando tudo igual no placar.
O Leão ainda tentou virar a partida com Gerônimo arriscando de fora da área, mas Zé Carlos desviou a bola para escanteio, garantindo o empate no primeiro tempo.
Segundo tempo truncado e estrela de Raul brilha novamente
No vestiário, o treinador Lecheva fez duas alterações para o segundo tempo, tirando Vanderson e Djalma, colocando Alex Gaibu e Heliton e deixando os bicolores com três atacantes. Apesar da intensa movimentação das equipes, o jogo recomeçou muito truncado e com poucas chances reais de gol. Aos 14 minutos, Eduardo Ramos cobrou falta para a área e Diego Bispo desviou, mas Fabiano conseguiu evitar que a bola entrasse.
O treinador Flávio Araújo decidiu colocar Val Barreto no lugar de Fábio Paulista e Henrique na vaga de Mauro, mas as alterações não surtiram efeito, e o Papão continuou tendo maior volume de jogo.
Passados os 30 minutos, o comandante azulino tirou Gerônimo, que já tinha amarelo, colocando Nata, e Lecheva sacou Rodrigo Alvim para a entrada de Pablo, com o objetivo de liberar mais Yago Pikachu.
E a mudança funcionou. Aos 42 minutos, Heliton acertou belo chute de fora da área, e Fabiano colocou para escanteio. No lance seguinte, o zagueiro Raul aproveitou de novo o cruzamento e cabeceou para o fundo do gol. O Remo ainda buscou o empate, mas o título ficou mesmo com o Paysandu.
Paysandu campeão (Foto: Gustavo Pêna/GLOBOESPORTE.COM)Paysandu conquistou o título da Taça Cidade de Belém (Foto: Gustavo Pêna/GLOBOESPORTE.COM)

ASA cala 55 mil no Castelão

Mesmo com o apoio maciço de mais de 55 mil torcedores alvinegros, o Ceará perdeu para o ASA de Arapiraca por 1 a 0 na noite deste domingo (3) e foi eliminado da Copa do Nordeste. O único gol da partida  foi assinado por Léo Gamalho.

ASA fez a festa na Arena Castelão lotada. Foto: Arquivo/Divulgação
Com o resultado, a final da Copa do Nordeste será disputa por Campinense e ASA.
Primeiro tempo disputado, mas sem gols
Sem a presença do zagueiro Rafael Vaz, suspenso, e do volante João Marcos, lesionado, o técnico Ricardinho optou por Marlon e Régis no time titular alvinegro.
Precisando do resultado, o técnico Leandro Campos decidiu manter o mesmo time que saiu jogando no primeiro confronto entre clubes, com a exceção de Cal entrando no lugar de Basílio, lesionado.
Com maior volume de jogo, o time cearense partiu para o ataque logo no início da partida, mas não conseguiu converter as várias chances de gol.
Aos 19 minutos, Magno Alves tocou para Ricardinho, que fez ótima jogada e arriscou o chute de longe, para a bola explodir na trave. No rebote, o meia do Ceará acertou outro chute, mas sem direção.
Aos 36, o árbitro baiano, Arilson Bispo, anulou um gol do Ceará. Após cobrança de falta pela lateral direita de Ricardinho, a bola passou por todo mundo, até Gabriel acerta o chute ao gol, mas o árbitro assinalou impedimento de Anselmo.
2º tempo e tropeço cearense
Na volta do vestiário, as equipes não retornaram diferentes. O jogo continuou disputado. Logo aos 6 minutos, Magno Alves lançou Anselmo, que estava sozinho na área e chutou ao gol, mas Gilson fez ótima defesa e mandou a bola pra escanteio.
Aos 14 minutos, foi a vez do ASA ter um gol anulado. Didira levantou na área e Fabiano mandou a cabeçada direto ao gol, mas o assistente já havia marcado impedimento.
Um minuto depois, o Ceará devolveu o lance. Ricardinho chutou forte na entrada da área, mas Gilson salvou o Fantasma alagoano.
Aos 37 minutos, o ASA fez o único gol da partida. Léo Gamalho recebeu lançamento e subiu mais alto que todo mundo e acertou a cabeçada.
No restante da partida, o Ceará não conseguiu reverter o placar e foi eliminado da Copa do Nordeste.

Diário do Nordeste

Futebol da Paraíba a duas partidas da Copa Sul-americana

O Fortaleza perdeu sua classificação para a grande final da Copa do Nordeste logo aos 23 segundos de partida. Com um pênalti convertido nos minutos iniciais da partida por Zé Paulo, o Campinense derrotou o Fortaleza por 1 a 0 e garantiu sua vaga para a final da competição na tarde deste domingo (3), no estádio Amigão, em Campina Grande.
Em um começo de jogo frenético, Campinense e Fortaleza jogaram os primeiro 45 minutos de forma aberta e construindo grandes chances de gols. Com um pênalti marcado aos 23 segundos de jogo, o time paraibano abriu o placar com Zé Paulo, cobrando sem chances de defesa para o goleiro João Carlos.
Pênalti é contestado pelo Leão
O pênalti marcado pelo árbitro pernambucano Nielson Nogueira causou revolta nos jogadores do Fortaleza. "Ficou claro que o lance foi fora da área, mas é típico dele marcar. Já conheço ele da Série A e ele foi suspenso várias vezes por fazer isso", desabafou o zagueiro Ronaldo Angelim no fim do primeiro tempo.
O gol sofrido ainda nos minutos iniciais não abateu o time tricolor. A resposta veio aos 6 minutos com Jailson quase marcando de cabeça após cruzamento na área. O Fortaleza seguiu na pressão e, Jackson Caucaia, perdeu um gol incrível após receber sozinho na área e isolar a bola.
Bem mais perto de sofrer o 2º gol do que empatar a partida
Com o Fortaleza adiantado, restou ao Campinense usar dos contra-ataques. João Paulo, aos 12, e Zé Paulo, aos 41, quase ampliaram para os paraibanos após armarem boas jogadas. 


Com o Campinense bem mais perto de marcar o segundo do que o Fortaleza chegar ao gol de empate, o nome do jogo acabou sendo o goleiro do time cearense João Carlos. Com grandes defesas ao longo da partida, o arqueiro tricolor fez três defesas importantes e ainda defendeu um pênalti cobrado por Jéferson Maranhense aos 16 minutos de partida.
Sem conseguir mostrar poder de reação, o Fortaleza não levou perigo uma única vez ao gol do goleiro Pantera. Com uma arbitragem polêmica, o Fortaleza deu adeus a Copa do Nordeste e adiou o sonho de fazer um final inédita.
Diário do Nordeste