Mais uma vez o Ríver lança o programa sócio-torcedor. Como em anos anteriores, há o convite ao torcedor sem que se tenha a contrapartida que são grandes vitórias, ascensão de série e outras glórias que fazem com que o torcedor sinta-se motivado. O que há até o momento é apenas uma promessa de um grande time para "fazer bonito" na Copa do NE.
Talvez a melhor tática fosse deixar começar a competição, mostrar o produto, trazer vitórias e empolgar o torcedor. Acreditamos ser mais fácil vender assim. Agora tentar vender sem apresentar o produto é um risco que pode afastar o torcedor do programa em caso de o time não corresponder.
De acordo com a imprensa local a mesma empresa contratada pelo Ríver é a mesma que faz o programa sócio-torcedor do Ceará. Se for, ela tem bastante experiência para ensinar porque o Ceará Sporting quando foi rebaixado da série A para a série B perdeu um número monstruoso de torcedores do programa.
Mas se ela não quiser explicar é fácil fazer isso. Porque torcedor é movido por emoção, paixão. Se o time é bom, faz boas campanhas, consegue se manter ou ascender de série o consumidor compra. Se não, o torcedor se afasta. Sente-se enganado, desmotivado.
O presidente do Sampaio sabe muito bem explicar porque nunca se vendeu tanta camisa como naquelas gloriosas campanhas do seu clube nas séries D e C. Até mais de que o CRF. Por isso que o material esportivo Super Bolla nunca quis abandonar a parceria, ao contrário do que aconteceu com o Esporte Clube Flamengo do PI.
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