segunda-feira, 29 de setembro de 2014

É preciso o Ríver buscar a justiça comum contra a CBF

Hoje o pessoal do Ríver espera um resposta da CBF no caso da irregularidade do Remo. A resposta virá mas tudo indica que não será favorável ao clube do Piauí.
 
É preciso o Ríver se armar com as munições necessárias para colocar a CBF no banco dos réus. Se não fizer, no próximo ano o futebol do PI poderá passar pelo mesmo problema político.
 
Se acionar a justiça comum no tempo certo para parar a competição,  a partir do próximo ano, a CBF irá tomar todos os cuidados, se for principalmente o Ríver como representante , para não prejudicar  algum filiado  da federação de futebol do PI.
 
Acionar a justiça comum não é garantia de conquistas em termos da competição série D deste ano, mas é garantia de um respeito forçado vindo da CBF. Veja o que aconteceu com a Liga NE após colocar a CBF no banco dos réus.
 
O Ríver pode inclusive  solicitar da justiça o pedido por danos matérias. Esta ação deverá ter como foco não a questão financeira de fato, mas a blindagem para as próximas competições promovidas pela confederação.
 
Assim os cuidados para com os clubes filiados à federação do estado do PI deverão ficar mais redobrados, seja na Copa do Brasil, Copa do NE, campeonato brasileiro.  E a questão política dificilmente entrará outra vez em campo.
 
Caso não procure a justiça comum, com todo um jurídico que dizem ter no clube, o Ríver dá um atestado de um clube amador sem pretensões nas competições nacionais. Porque um fato como este de possível dano ao clube, passando o Ríver no futuro para uma série C, B ou até A vai ser mais rotineiro. A partir da série B é que estão os poderosos.

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