terça-feira, 2 de setembro de 2014

Remo e Ríver: campo ruim, chutão para frente

O treinador do Remo, Roberto Fernandes, já avisou que vai mudar a estratégia para os jogos do Remo contra  o Interporto e Ríver em Bragança.

Segundo ele, o péssimo estado do gramado dificulta o toque de bola do Remo, que é um time técnico favorecendo os adversários.

Então perguntamos. A estratégia seria cavar faltas próxima a área do adversário? Lançamentos diretos da defesa para o campo de ataque em busca, por exemplo, do Val Barreto, que é um atacante forte? Seria jogadas ensaiadas dentro da área do adversário como já tem feito  quando os dois atacantes tabelam de cabeça preparando a jogada para quem vem detrás? Seria chutes de longe usando o montinho artilheiro? Seria a estratégia de um homem velocista?

Não se sabe ainda a estratégia. Mas dificilmente o clube paraense procure buscar as jogadas trabalhas  do meio de campo devido as condições do gramado. Uma parte do que o Roberto Fernandes pretende aplicar pode ser descoberta pelo treinador do Ríver, que precisa ir até Bragança assistir a partida do Remo com o Interporto.

O certo é que o Ríver não pode cair na bobagem de querer sair jogando ali pela intermediária sob pena de errar e dar de presente a partida para o adversário. Em campo ruim o uso do pivô é importante até para buscar uma falta próxima a área (peladeiro também entende um pouco).

É treinar este fundamento que dificilmente o clube piauiense sai derrotado do Pará. Torcemos para isso até porque o Ríver joga bem fora de casa.

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