terça-feira, 12 de agosto de 2014

Qual é o problema do Ríver na série D?

Tanto a imprensa quanto os torcedores estão se perguntando: por que o Ríver não está rendendo? Uma outra pergunta: por que a base do estadual foi abandonada? 

É certo que o treinador Evair quando esteve treinando o Ríver, apresentou algumas dificuldades para fazer o time jogar. Deixou uma base. Veio o treinador Josué Teixeira, mexeu em algumas peças, mas manteve a estrutura deixada pelo Evair. O Ríver terminou sagrando-se campeão do estado. Foi para série D e não está conseguindo jogar.

Agora tem um detalhe. O Ríver da série D é um time completamente diferente. Daqueles atletas que foram campeões temos aí o Marabá, o Tiago Dias, o Esquerdinha e o Amarildo. O que se vê hoje é um Ríver bem diferente do estadual, ao contrário do Moto e Remo, que mantiveram a base. Os demais do grupo mexeram na estrutura e o resultado está aí.

A única explicação é essa, a montagem de um time novo durante a competição tanto é que taticamente o único setor que está de fato funcionando é a defesa, que é a menos vazada do grupo. Do meio para a frente, a dificuldade na armação e na conclusão das jogadas são sofríveis o que explica  como sendo o pior ataque do grupo com apenas 3 gols marcados. 

Diante desses pensamentos não é difícil apontar um culpado para tudo isso: Josué Teixeira. No post anterior até foi lembrado o nome do treinador Paulo Moroni para substituir o Josué, mas será que ainda há tempo? Não será uma outra montagem durante a competição? Corre-se o risco com a mudança, mas se for ter mudança, esta terá que acontecer antes da partida em Tocantins. Mudar depois de uma eventual derrota talvez seja tarde.

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