Depois de conseguir as vagas da Copa do NE, os clubes do PI e MA (Ríver, Sampaio, Moto e Piauí) não deverão receber cotas de patrocínio para participar da competição. De acordo com os dirigentes da Liga NE, já houve o repasse de R$ 5 milhões para os participantes da próxima edição, repasse este proveniente da TV Esporte Interativo, responsável por mostrar os jogos.
Claro que essa conversa da Liga do Nordeste não merece credibilidade uma vez que o acordo era que somente Ríver e Sampaio deveriam receber a cota por jogo de R$ 150 mil enquanto Moto e Piauí deveriam bancar suas despesas. Eles mudaram o acordo de forma unilateral depois que todos os clubes do PI e MA confirmaram a participação no último mês de julho.
Sem saída devido a uma ação na justiça impetrada pelo Ministério Público Federal do PI solicitando a inclusão daqueles estados, e sabedores da ação que está aberta na justiça do Rio de Janeiro, a forma encontrada pela Liga foi a inclusão de PI e MA, mas excluindo o patrocínio para a competição de 2015. A promessa deles é que em 2016 as cotas serão rateadas por igual para os 20 participantes.
Na verdade eles só fazem isso porque já perceberam que os dirigentes do PI e MA estão rastejando por esta competição, quando não é favor incluir os clubes do PI e MA no Nordestão. Pela via política os patinhos feios estão sendo humilhados e continuarão a ser ao longo dos anos pois vai ficar aquela conversa "Ah, vocês nem deveriam estar aqui, portanto, não reclamem".
Talvez a melhor receita para buscar o rateio seria tentar barrar a Liga NE na justiça, seguindo exemplo de um grupo de torcedores do estado do PI, que representaram junto ao MPF para que este pudesse buscar as vagas dos clubes mafrense. O MP acionou a justiça estadual do Rio de Janeiro, que hoje cuida do caso.
Voltando ao rateio das cotas, vários entendidos na área jurídica visualizam que há uma forma de pressionar a liga, bastando que se busque a Lei Pelé e tente barrar (chamar o banco para um acordo explicando a situação) o patrocínio da Caixa Econômica, que é de R$ 2,8 milhões.
Agora você acha que os coitadinhos têm coragem? Se falta coragem, manda um laranja. Um exemplo de coragem é o que os dirigentes do Icasa estão fazendo com a CBF. A seguir:
Agora você acha que os coitadinhos têm coragem? Se falta coragem, manda um laranja. Um exemplo de coragem é o que os dirigentes do Icasa estão fazendo com a CBF. A seguir:
Diretoria do Icasa busca na Justiça indenização milionária por CBF não ter incluído clube na elite do futebol nacional.
Se a CBF reconheceu que errou no caso da escalação irregular do jogador do Figueirense, Luan, que teria atuado de forma irregular na Série B do Brasileiro de 2013, por que não recorrer à Justiça para conseguir uma ação indenizatória?
É com este pensamento que a diretoria do Icasa foi até o poder judiciário e cobra da CBF R$ 33 milhões por perdas e danos, justamente pelo clube não ter sido incluído na Série A do Brasileiro.
"A CBF já reconheceu que errou. Isso é ponto pacífico. Nós estamos com duas ações. Uma iniciada em abril, que pedimos à Justiça para incluir o Icasa na Série A. E a outra, iniciada há pouco tempo em que pedimos uma indenização no valor de 33 milhões de Reais pelos danos causados ao Icasa por não participar da Série A", declarou o advogado do clube juazeirense, Carlos Guerra.
O processo corre na 4ª Vara Cível do Fórum da Barra da Tijuca da comarca do Rio de Janeiro. De acordo ainda com o advogado do Verdão, o valor milionário tem seu motivos: "cota de televisão e bilheteria dos jogos. O Icasa iria jogar em Juazeiro ou em Fortaleza contra os principais clubes do Brasil, seriam rendas muito boas. Além da valorização do elenco e um detalhe importante para a marca do clube. O Icasa seria o único time cearense na Série A e a primeira equipe do interior do Norte-Nordeste, após 30 anos, a disputar a elite do futebol brasileiro", argumenta Carlos Guerra.
O processo, contudo, deve demorar um pouco para sair o resultado em 1ª Instância. Conforme o advogado, está previsto para decisão da Justiça sair até o fim deste ano. Isso porque o judiciário carioca está resolvendo os processos em no máximo 12 meses. Por outro lado, após o resultado, a CBF ainda pode recorrer.
Apesar de não haver confirmação oficial, a reportagem apurou que representantes do Icasa tentaram, de forma amigável, um acordo com a CBF, mas não obtiveram sucesso. Por isso, três meses depois de ter visto a liminar de ser incluído na Série A cassada, a diretoria do clube resolveu buscar uma indenização.
Se a CBF reconheceu que errou no caso da escalação irregular do jogador do Figueirense, Luan, que teria atuado de forma irregular na Série B do Brasileiro de 2013, por que não recorrer à Justiça para conseguir uma ação indenizatória?
É com este pensamento que a diretoria do Icasa foi até o poder judiciário e cobra da CBF R$ 33 milhões por perdas e danos, justamente pelo clube não ter sido incluído na Série A do Brasileiro.
"A CBF já reconheceu que errou. Isso é ponto pacífico. Nós estamos com duas ações. Uma iniciada em abril, que pedimos à Justiça para incluir o Icasa na Série A. E a outra, iniciada há pouco tempo em que pedimos uma indenização no valor de 33 milhões de Reais pelos danos causados ao Icasa por não participar da Série A", declarou o advogado do clube juazeirense, Carlos Guerra.
O processo corre na 4ª Vara Cível do Fórum da Barra da Tijuca da comarca do Rio de Janeiro. De acordo ainda com o advogado do Verdão, o valor milionário tem seu motivos: "cota de televisão e bilheteria dos jogos. O Icasa iria jogar em Juazeiro ou em Fortaleza contra os principais clubes do Brasil, seriam rendas muito boas. Além da valorização do elenco e um detalhe importante para a marca do clube. O Icasa seria o único time cearense na Série A e a primeira equipe do interior do Norte-Nordeste, após 30 anos, a disputar a elite do futebol brasileiro", argumenta Carlos Guerra.
O processo, contudo, deve demorar um pouco para sair o resultado em 1ª Instância. Conforme o advogado, está previsto para decisão da Justiça sair até o fim deste ano. Isso porque o judiciário carioca está resolvendo os processos em no máximo 12 meses. Por outro lado, após o resultado, a CBF ainda pode recorrer.
Apesar de não haver confirmação oficial, a reportagem apurou que representantes do Icasa tentaram, de forma amigável, um acordo com a CBF, mas não obtiveram sucesso. Por isso, três meses depois de ter visto a liminar de ser incluído na Série A cassada, a diretoria do clube resolveu buscar uma indenização.
Fonte: Diário do Nordeste
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