Há muito tempo um clube do Piauí não consegue fazer uma boa campanha numa competição nacional. O Ríver tem esta oportunidade agora na série D. Por este motivo e principalmente por ser o clube do estado com maior poder financeiro, esperava-se um pouquinho mais em termos de contratações.
Na primeira partida amistosa contra o Sampaio (em Teresina), observou-se algumas falhas na defesa. Por três vezes jogadores do Sampaio conseguiram cabecear ali de dentro da grande área. Em São Luís, na partida de volta, o placar foi de 4 a favor dos maranhenses sendo que um dos gols aconteceu de cabeça. E sempre no local das falhas está o zagueiro Gabriel.
O Roberto Fernandes, treinador do Remo, disse a uma emissora de rádio de Belém que a sua maior preocupação é com as duas linhas de 4 homens, principalmente com a primeira. Que seria necessário uma grande marcação logo ali na frente dos zagueiros. A preocupação do Ríver deveria também ser esta. Um clube bem guarnecido certamente deverá conseguir arrancar pontos na casa do adversário e isso ajudará na pontuação final.
O zagueiro Índio, contratado recentemente, não foi indicado pelo treinador Josué Teixeira. Então foi por alguém de dentro do clube, o que demonstra aqueles velhos erros de antigamente quando alguém ali de dentro indica ou contrata por "conta própria" sem o conhecimento técnico do treinador (no início dos trabalhos disseram que todos seriam indicados pelo treinador. Já tem o Eduardo e o Índio que não foram indicação do Josué).
Talvez um zagueiro com maior experiência e até de série B fosse mais interessante. Já se viu o zagueiro Índio, quando jogava pelo América de Natal, fazer alguns bobagens ali dentro de campo sendo responsável em alguns casos pela derrota da sua equipe. É aguardar e torcer para quer ele não comprometa.
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